Devaneios tolos... a me torturar.

terça-feira, 24 de março de 2009


TEMPO TEMPO TEMPO TEMPO... FAÇO UM ACORDO CONTIGO!


Você trabalha a favor ou contra o tempo? Se tem algo que não podemos parar é o compasso perfeito do tempo. Vejo muita gente escravizada pelo tempo hoje em dia. Alguns por causa do trabalho, e que não encontram tempo para curtir a vida. Outros completamente escravos da beleza, e que lutam contra o tempo para manter-se jovem. E outros que não percebem que o tempo está passando e que é preciso APROVEITAR! Isso mesmo, precisamos fazer do tempo nosso aliado, já que ainda não inventaram a fórmula da vida eterna! Li um texto muito bonito e gostaria que você pensasse um pouco nisso:

O tempo é o mais sábio de todos os mestres, pois ele abriga em si duas das grandes necessidades humanas: a estrutura e o esquecimento. Em qualquer setor de nossas vidas, através da passagem do tempo unida ao nosso trabalho, temos a chance de construir uma base concreta e segura. Um grande amor, nossa carreira, uma casa, a sabedoria humana, civilizações, enfim, tudo o que pede solidez, precisa de tempo. Da mesma maneira, é ele quem cura nossas dores... através do esquecimento, uma grande bênção que nos foi deixada pelo Criador. Dalai Lama tem um pensamento interessante nesse sentido. Ele nos diz que “se temos um problema que tem solução, então não temos um problema, já que ele tem solução. No entanto, se temos um problema insolúvel, também não temos um problema, já que o mesmo não tem solução”.
Utilize bem o tempo, faça planos!!!! Uma vida sem metas a curto, médio e longo prazo é pura perda de tempo! Tenha sonhos! Comece listando o que você quer alcançar e verá, que com uma meta a sua frente, a estrada vai se desenhando com maior facilidade. E mais: não tenha em mente um único objetivo. Você pode não alcança-lo e acabar frustrando-se!
Eu tenho muitos planos na minha vida! Sou uma sonhadora incurável! Escreva seus sonhos em um papel! Conhecer a si e saber o que se quer da vida é o caminho para a felicidade! E tem mais, diz o ditado:
-A FELICIDADE é o caminho, não o destino!
Aproveite bem sua vida, seja parceiro do seu tempo! Fique feliz com as pequenas e as grandes conquistas. Tenha o sonho de comprar aquela roupa nova linda, mas também de virar “Doutor” em algum assunto, viajar até a praia mais próxima, mas conhecer também o Havaí... sonhar não custa nada e faz tão bem! Mas não passe a vida sonhando... trabalhe para conquistar sonhos e viva o HOJE. Passamos tempo demais chorando o ontem, esperando pelo amanhã...

Mas... mudando de assunto...
Detesto quem cospe no prato que come!!!
Responda rápido: o que você mais gosta e o que você menos gosta em Guaporé?
- Bom, eu adoro conhecer todo mundo, me sentir em casa em qualquer ambiente. Adoro minha cidade porque ela é linda, e me deu oportunidade de ser uma pessoa realizada pessoal e profissionalmente. E odeio a inveja e a mania que as pessoas tem de cuidar da vida dos outros.

É quase unanimidade que entre os defeitos de nossa cidade está a “inveja” e a “fofoca”. É aquela mania de torcer para que o outro se dê mal, quebre a cara nos negócios, no amor... E de saber mais da vida do outro, do que da própria vida...
Mas nossa cidade tem qualidades sim. E se você não consegue vê-las, faça as malas e... tchauzinho... não vai fazer falta nenhuma!!!!

Guaporé: ame-a ou deixe-a! Isso deveria ser lei! Tem muita gente que mora em Guaporé, ganha dinheiro através dos guaporenses e vive queimando a cidade!
- Aqui não tem nada para se fazer...
- Ô cidadezinha de colono...
- Diversão eu tenho é fora daqui...
- Não passo um final de semana em Guaporé nem morto!
- Quero que meus filhos estudem fora... morem fora...
- Como é que eu agüento morar nesse fim de mundo?

Fala sério! É por isso que muitas coisas não andam da maneira que deveriam por aqui! Quem não gosta da cidade, obviamente não faz nada por ela! E digo mais: deve ser infeliz, fracassado, invejoso e com dor de cotovelo!!!!!
Pessoas assim seriam infelizes em Paris, em Nova York, em Bali! Não é cidade, é a pessoa! Enxergamos as coisas com a beleza e com o prazer do que está no coração e não nos olhos! Portanto, antes de abrir a “boca maldita” para falar mal de Guaporé, pense em uma única coisa que você fez para melhorar nossa cidade. Mude de atitude... Ou então... Boa viagem! A porta da rua é serventia da casa!

A Cidade dos Resmungos: a Flávia, que é uma pessoa maravilhosa, me mandou por e-mail uma historinha que tem tudo a ver com Guaporé. A Cidade dos Resmungos era um lugar onde todo mundo resmungava de tudo: se estava frio, se estava quente, se chovia, se tinha sol. Os maridos se queixavam das mulheres, as mulheres dos maridos, os filhos dos pais, os pais dos filhos... era um tal de resmungar de tudo e de todos! Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa! Um dia, chegou na cidade um mascate e perguntou como é que as pessoas poderiam ter tantos problemas em um lugar tão lindo, com os campos repletos de trigo, as florestas cheias de árvores com frutos, os vales cortados por rios... –“Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância”. Por que tanta insatisfação? – “Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho para a felicidade”. As pessoas riram daquele pobre coitado, de aparência humilde.

O que saberia ele de felicidade? Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre os dois postes na praça da cidade. Então segurando o cesto diante de si, gritou : - “Povo de Guaporé ! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto”. A multidão se aglomerou ao seu redor. Todos deixaram sua queixa num pedaço de papel. Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda. Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro. Então ele disse : “-Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar”. Todos correram para examinar os problemas. Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema. Depois de algum tempo a corda estava vazia. Surpresa.... Cada pessoa havia escolhido o seu próprio problema, julgando ser ele o menor da corda. Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo....

NOSSOS PROBLEMAS SÃO INFINITAMENTE PEQUENOS QUANDO OBSERVAMOS TANTAS DIFICULDADES REAIS POR AÍ!

Mas ...vamos aproveitar o tempo de folga:
Paixão Índia: acabei de ler um livro muito bom, que a Alda me emprestou. Paixão Índia, escrito por Javier Moro. É a história de Anita Delgado, uma espanhola por quem um Príncipe Indiano se apaixonou, no início do século XX. Os príncipes, famosos “marajás” que viviam em meio a luxo e ostentação, eram responsáveis pelo comando e ordem de seus “estados” em uma época em que a Índia era controlada pela Inglaterra. Anita e o rajá de Kapurthala viveram uma história de amor que provocou um inevitável choque cultural entre oriente e ocidente, mundos, na época, com costumes completamente diferentes. As outras mulheres do marajá e seus súditos viam em Anita uma ameaça à tradição hindu, o conflito entre os dois lados era inevitável. Apesar de estar cercada de empregados e luxo, a jovem vivia na mais completa solidão. Vale a pena ler. É uma história real. E faz com que aprendamos sobre outras culturas, religiões, outras formas de pensar e sentir o amor, a fidelidade, o respeito, o companheirismo e o sexo.

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