Devaneios tolos... a me torturar.

sábado, 27 de outubro de 2012

Equilíbrio

Equilibrar-se na ponta dos próprios pés é o segredo para passar com leveza pela vida. Não deixe acumular peso em teus ombros, nem mágoas no teu peito. Caminhe na ponta dos teus pés, e encontrarás o equilibrio entre o que te prende ao chão, e o que te faz flutuar.


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

De que cor você vai pintar?

O céu ganha as cores do seu estado de espírito. Faça chuva ou faça sol.




Constrangimentos

Oi geeente!!!




Tem coisas que me deixam nervosa. Ir ao banco e dirigir, por exemplo. Sou péssima na direção das finanças e uma catástrofe na direção de um veículo automotor. Sou uma negação.

Mas, a cada morte de Papa, preciso me dirigir a uma agência bancária. Onde me deparo, com outra coisa que me deixa nervosa: a porta giratória.

Estão lá aqueles milhares de clientes, uns sentados, outros de pé, outros saindo, mas a sensação que tenho é que todos estão cuidando minha chegada triunfal, e o momento em que vou dar de cara com a porta de vidro, batendo invariavelmente o (pequeno) nariz nela, quando automaticamente ela trava apitando.

Dizem que pensamento tem força. E deve ter. Porque aquela monstra de porta SEMPRE trava comigo. Vou contar uma para vocês:

Momento agência bancária guaporense: é a terceira vez que tento entrar (desarmada) em uma agência local e a porta trava, apita, berra e o "seu gualda" vem me socorrer.

Na primeira vez, eu tinha um milhão em moedas na bolsa.

Na segunda, uma chave apenas.

Na terceira, nem bolsa eu tinha! Jesus! O gualda já me encarava, questinando-se: -Essa deve usar calcinha de ferro. Coitada!

Claro que isso acontece com muita gente, e quem está acostumado com este esquema (mais que necessário) de segurança, simplesmente deixa o 38 com o guarda e entra no banco. Mas vocês já repararam como algumas coisinhas simples nos deixam MUITO constrangidos?

Pareço legal, mas morro de vergonha, por exemplo, de fazer aniversário e ser o centro das atenções. Queria que a terra me engolisse todas as vezes que um homem bonito me olha nos olhos. Desvio o olhar na hora! (Se você me olhar nos olhos e eu não desviar o olhar, você é feio! Haha! Brincadeirinha.)

Odeio entrar em lugares pela primeira vez, principalmente em restaurantes e afins, porque sinto-me um peixe fora d’água. Parece que todo mundo sabe como se portar, menos eu. Almoçar sozinha em um restaurante também me deixa péssima. Parece que sou uma “forever alone”.

Sinto vergonha também de ser observada comendo um xis. Se escapar um pedaço de tomate, ou eu babar um pouco de maionese, tenho ganas de morrer!

Tropeçar na rua. Fazer uma pergunta idiota nas minhas entrevistas de rádio. Estar entre pessoas desconhecidas. Ir para uma balada sem namorado (o que faço com as mãos?). Fazer xixi em banheiro de shopping, com toda aquela mulherada fazendo xixi junto. Encontrar alguém com a mesma roupa na festa! Dar de cara com o ex, e ele com sua nova namorada, e você encalhada!

Meu Deus, existem muitas coisas constrangedoras no mundo! E muitas pessoas que, por se constrangerem além da conta, acabam sofrendo de uma certa fobia social, e praticamente vivem o mais isoladas possível. (EU!)

Medo de passar vergonha, de ser o centro das atenções, de cometer gafes, enfim, os medos nossos de cada dia não podem nos bloquear. E por vezes bloqueiam. Eu mesma não dirijo, e confesso, essa é a maior frustração de toda minha humilde existência.

Vou propor que passar vergonha seja considerado chique! Deveria ser a última moda em Paris! Assim, pagaríamos todos os nossos micos de bem com a vida, e até tombo com a mão no bolso no meio da multidão iria ser fashion!

“Não tenha vergonha nem medo de ser ridículo, e os ridículos envergonhados invejarão a sua coragem”.

Tales Stocchi Somensi



Beijos meus lindos!

A.M.A.R

Respirar junto. No mesmo ritmo. Isso é o que vale.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Toma um chá que passa

Na vida e na bebida, quem vira uma página vira um livro inteiro. Quem vira um copo, vira a garrafa. Sabendo administrar, toda ressaca um dia passa.




sábado, 20 de outubro de 2012

Palavras

Palavras são adagas afiadas que usamos para atingir quem amamos. Mas quem sangra somos nós.
 
 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Saber ganhar. Saber perder.



Oi geeente!
Saber ganhar e saber perder são duas grandes qualidades que só existem nas pessoas de sucesso.
Quem não sabe perder, agarra-se nas crinas da frustração, e montado no cavalo da vingança, aponta culpados, não perdoa os soldados caídos nos campos de batalha, e, o pior, engole aos poucos o veneno do rancor, que a todos contamina.
Os que não sabem vencer, são vencidos pela soberba. E pisando em suas próprias barbas, tropeçam em seus desmandos, achando-se donos do mundo. Humilham adversários derrotados, perseguem aqueles que pensam diferente, e não raro, despencam do andar mais alto do céu (que juram, lhes pertencer).
As pessoas de sucesso, (e não digo dinheiro, digo sucesso), são aquelas que aprendem com as quedas, fazem com que os tropeços os tornem mais cuidadosos no caminho, e praticam o exercício da humildade a cada vitória. Elas sabem que quando obtem uma conquista, precisam aprender, antes de mais nada, a lidar com ela.
Uma pessoa de sucesso sabe que por mais que tenha admiradores, por mais que tenha êxito em praticamente tudo o que faz, no fundo, bem no fundinho, assim como todos os meros mortais, precisa apenas ter a sensibilidade de continuar aprendendo, evoluindo.
Falo sobre isso, porque vivemos em uma sociedade que não sabe perder, tampouco sabe ganhar.
Em todos os segmentos de nossas vidas, vivemos em disputa: precisamos saber perder no amor, ou nos tornaremos os anjos da vingança, alados, mas mal amados. Se ganharmos no amor, precisamos saber que o outro não é um troféu para colocarmos em nossa estante. Amar é cuidar, conquistar diariamente, compreender e principalmente, completar o outro.
No trabalho, se não soubermos ganhar, nos tornaremos chefes intolerantes, e se não soubermos perder, colegas potencialmente perigosos, a puxar tapetes alheios, como cobras disfarçadas de gente, rastejando no ambiente profissional.
Na política, se soubermos ganhar, nos tornaremos líderes justos e amados. Se não soubermos, nos tornaremos apenas ditadores que comandam mentes já doutrinadas a simplesmente não pensar. Se não soubermos perder, seremos oposições burras, que nada somam para o desenvolvimento coletivo.
Cada um de nós, em todas as fases da vida, colecionamos perdas e ganhos. Perdas que nos dilaceram. Ganhos que fazem sarar as feridas e pulsar aos pulos o coração.
Somos a soma de erros e acertos, humanos, imperfeitos e mortais.
Cuidado, porque a vida é dura, e há quem se deixe endurecer por ela. Rezo, para que isso não ocorra com você.
Que na derrota você sutilmente saiba virar a página, anotando na folha que vem na sequência, os erros que cometeu, para não repeti-los.
Que na vitória, você também saiba sutilmente virar a página, anotando na folha que vem na sequência os  acertos que o fizeram chegar ao sucesso, buscando então, mais um desafio a ser vencido.
Evolua. Aprenda. Mas jamais deixe de lado a doçura, a amizade, o perdão, e o amor. 

E para refletirmos, deixo minhas frases preferidas de Nietzsche: “Quem luta com monstros deve velar para que, ao fazê-lo, não se transforme também em monstro. E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti”.
Friedrich Nietzsche



Beijos, seus lindos!