Devaneios tolos... a me torturar.

domingo, 26 de setembro de 2010

Meus bons amigos...

A todos os meus amigos, de perto, de longe, que dividem a mesma opinião que eu, que discordam de mim, me ensinando a abrir a mente, entender, perdoar e principalmente, enxergar o que é realmente importante.








Loucos e Santos

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.

A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.

Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.

Deles não quero resposta, quero meu avesso.

Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.

Para isso, só sendo louco.

Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.

Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.

Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.

Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.

Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.

Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.

Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.

Não quero amigos adultos nem chatos.

Quero-os metade infância e outra metade velhice!

Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.

Tenho amigos para saber quem eu sou.

Pois os vendo, loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

(Oscar Wilde)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A moda do pouco pano



Oi geeeeente!

Oi meus amados lindos!
Como foi a semana de vocês? Se divertiram? Eu estou mais sociável ultimamente, e tenho sido presença um pouco mais constante na night da terrinha.
O pouco que tenho saído, já tem sido o suficiente para me deixar com os cabelos em pé, com a onda de piriguetismo que toma conta do guarda-roupas da mulherada. Isso não é coisa de Deus! hahaha
Quero deixar bem claro que respeito estilo e personalidade de cada um. Tem gente que sai de casa pra provocar mesmo. E se sente muito bem mostrando barriga, peito, coxas. Tudo bem.
O que tem me espantado é que pessoas que não tem esse perfil, estão tendo surtos psicóticos dentro de microtubinhos e simplesmente estão encarnado as piri-piri-piriguétes, achando que levariam nota 10 no quesito tendência, da consultora de moda Glória Kalil.


Eu estou apavorada.
Amiga: super-curto tá na moda. Mas nem por isso você precisa usar um top como vestido. Na inauguração do Better, uma menina de uns 18 anos, eu calculo, resolveu embarcar na moda tubinho-plataforma-salto 20.

A pobrezinha passou a noite inteira indecisa entre se equilibrar no salto, puxar o vestido para baixo, ou dançar mostrando a bunda. Foi uma decisão difícil, mas ela optou pelo número 2.

Lá pelas tantas, ela esqueceu do problema do vestido que subia, e mostrou para a galera que usava uma calcinha linda de rendinha branca, com os dizeres na frente “SEXY MACHINE”!
E outra gente, esturricada dentro de um tubinho, com espartilho trinta números menor do que o manequim dela, tentava desesperadamente respirar! A coitada foi pra festa com um tubo de oxigênio pendurado nas costas!


A cafonice impera porque as pessoas já não sabem mais como chamar a atenção para o visual, e começam a perder o senso do ridículo! É tanto decote garganta profunda, tanta saia microscópica e tanto salto nas alturas do Everest, que daqui a uns dias a moda é sair ao contrário. Sim, a mulher se vira do avesso e sai por aí mostrando seus órgãos internos. Literalmente.
Para fechar com chave de ouro minha noite de observação da terrinha, encontrei uma menina que estava com aqueles discretíssimos sapatos com plataforma de madeira, na cor vermelha, micro saia branca, meia de renda preta e blusa pink néon. Cada dedo do pé e da mão tinha um fluorescente de uma cor diferente. Até aí tudo bem, cada um usa as cores que gosta. O problema é que “eu acho” que ela estava usando um absorvente. Porque a saia branca, curta e colada marcava um “volume” muito estranho. Aí eu calculei: ou a mocinha está menstruada, ou então ela necessita urgentemente de uma cirurgia para mudança de sexo.
Amigas e amigos! A vulgaridade é que é fora de moda. O menos é mais! Mostrou as pernocas lindas? Não precisa mostrar também o peito. Apostou num vestido justérrimo? Abaixa, faz movimentos em casa, para ver se ele não é desconfortável e se não vai ficar subindo o tempo todo. Mulher tirando a calcinha da bunda é feio. Parece que está com pó de mico na perseguida.

Que é isso minhas lindas?
Guaporé possui mulheres chiquérrimas, e na festa mesmo eu vi muitas. Sabem se vestir com sensualidade e estilo, mantendo a classe e a elegância, sem deixar de estar na moda e de serem notadas.
“Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.” Martha Medeiros

Cuidado, isso pega: sério gente, quando você vê a grande massa se comportando de uma maneira coletiva, a tendência é você se contaminar também. Naquela noite, estava saindo de casa com uma saia larguinha, mas curta. Quando coloquei um sapatão nas alturas, alguém me alertou: - “Michele, está bonito. Mas repara bem, muito piriguetismo não faz teu estilo.”

E é verdade gente. Eu acho que não existe idade para usar o curto, para usar o justo, para usar o sexy. Mas saber dosar entre o sexy e o over, que descamba para o vulgar, é que faz toda, toda a diferença. Lá fui eu... trocar de sapato...

But... Caso seu objetivo seja chocar e virar a Lady Gaga guaporense, então amada, faz carão, aposta numa Poker Face, investe num Bad Romance e se joga!

Fui!
Me escrevam: michele@tl.com.br

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Sunshine

Sou alegre, na maior parte do tempo.

E canto essa alegria pelas ruas.

Meu sorriso é fácil, leve e aberto.

Meu abraço é apertado e meu beijo, demorado.

Eu caminho demonstrando a leveza que sinto dentro de mim.

E isso independe de balança.
Amo muitas pessoas. De verdade. Como se fossem únicas no mundo.

E me sinto muito amada, profundamente, por pessoas que também me fazem sentir única no mundo.
Olho para mim e vejo beleza. Engraçado, ela reflete nas fotos e no espelho.

Mas é uma beleza que o tempo não apaga: a beleza de ser gentil. De ser amiga. De ser verdadeira. De não negar meus sentimentos. Não sufocar meus desejos. A beleza de ser entrega. A beleza de ser inteira.

Nossa, como sou abençoada. Como sou iluminada.

 
Opa... descobri porque você não gosta de mim.

 
É porque você não tem toda essa riqueza que eu tenho.

E isso, não está fora. Não se compra, não se vende, não se empresta. Não está em nenhum lugar do mundo, que não, dentro de nós mesmos.

Saiba que posso tocar você com minha luz.

Mas jamais permitirei que me toque com suas trevas.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Fico triste quando alguém me ofende, mas, com certeza, eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor... Magoar alguém é terrível.

Chico Xavier

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O que você vai contar para os netos?

Oi geeente!

Hoje não estou com vontade de escrever nada útil. Então vou contar uma que me aconteceu. Uma não, duas!



Estava eu em Bariloche, nas férias, e sabe como é, você tem poucos dias para ficar por lá, então sai feito louca visitando tudo, tirando foto de tudo, nem pára para respirar.

Estava nevando forte e nós fomos conhecer uma estação de esqui.

Pensem em um frio de 10 graus negativos, neve entrando pelas orelhas, boca e nariz. E seu namorado insistindo que você não podia perder a oportunidade de subir o teleférico até o topo da montanha. Detalhe: o teleférico é aberto.

Realiza, amiga: Você, sob pressão, aceita. Aquilo começa a subir, e o vento aumenta. A neve vira pedaços de gelo de uma tonelada dando na sua cabeça. Você está toda molhada. Você está odiando. Seu namorado não pára de tirar fotos e MANDA você sorrir. O passeio demora 45 minutos.

Bom, ao chegar de volta à base da estação, eu já bufava. Irritada, eu só olhei pro meu namorado e disse:- Vamos entrar AGORA no primeiro restaurante que aparecer para eu me secar.

Gente, entrei num restaurante lindo, era uma sala de estar enorme, com uma lareira quentinha e poltronas. Quase não tinha ninguém lá dentro, e eu achei estranho.

Sentei no sofazão, tirei o gorro, as luvas, o casaco. Coloquei-os em frente à lareira para secar. Veio o garçom, me trouxe um drinque (eu nem tinha pedido). Fiquei assistindo uns vídeos em um telão enorme.

Entraram umas peruas lindas, com roupas de neve maravilhosas, esquiadoras elegantes, bem diferentes de mim, que parecia a pata das neves.

O garçom nos trouxe o cardápio, pediu se queríamos almoçar próximos à lareira. Nós pedimos uma massa e preferimos uma mesa em frente a um janelão enorme, onde acompanhávamos os esquiadores. (Gente, chique de doer).

Fiquei ali um tempão, tirei fotos (sim, pobre adora tirar fotos comendo, passando bem e até indo no banheiro). Eu teria ficado lá pra sempre. Mas já era tarde e resolvemos sair.

Eis que chamamos o garçom e pedimos a conta.

O garçom nos disse: - É só dizer o número do quarto, senhora!!!

- Número do quarto? Que quarto????
Foi quando minha ficha caiu! Olhei ao redor, e nos vidros estava adesivado ENOOOORME, piscando: S-O-M-E-N-T-E para hóspedes do hotel Lhao Lhao.

Eu queria morrer. O Hotel é um dos mais famosos e caros de Bariloche. E eu lá, invadindo o local e me achando a madame! E o pior: eles não aceitavam cartão, nem real. Afinal, todo mundo só pagava a conta na hora da saída do hotel, e não lá, na estação de esqui. A gente deu o que tinha de dinheiro em pesos argentinos e prometemos voltar pra pagar o resto da conta. O garçom está até agora me esperando.

Eu só queria me escapulir de lá logo! MICO total, GORILA! Além de entrar onde não devia, ainda dei calote no Lhao Lhao.
Resumo: meu instinto de rica sempre se manifesta.

Resumo II: a realidade sempre fala mais alto.

Resumo III: a Interpol deve estar atrás de mim, cobrando o que eu fiquei devendo.

Resumo IV: você precisa colecionar histórias para contar para seus netos!

Mudando de assunto:

O Sr. Saco:

Gente, por favor, alguém me explique a triste mania dos homens de coçar o saco! Coisa feia. Tá com coceira? Vai pro banheiro e coça o coitado até arrancar a pele, mas não faça isso na frente das pessoas, é constrangedor!

Outro dia fui visitar um cliente da rádio. Cheguei, dei a mão, dizendo boa tarde. A figura me deu a mão e na sequência coçou o saco!

Eu, acompanhei a mão do cara, e acabei olhando fixo para aquele local no meio da pernas. Putz, ele me pegou olhando. Ficou chato.

Lá pelas tantas, ele coça de novo, e eu, OLHO DE NOVO! (Gente foi algo automático, ele deve ter me achado uma tarada). Na saída, ainda ele me deu a mão! (Éca). Eu, toda atrapalhada, olhando só para o chão, para evitar fixar meus olhos de novo nos documentos dele, pensei: - Tenha uma ótima semana, Senhor Saco!

Pelamor, né! Entre coçar o saco, tirar tatu do nariz e deixar a unha do dedinho comprida pra tirar cera do ouvido, não sei o que é pior! Vamos nos reciclar... tem coisas que não se faz na frente dos outros!

Show! O Better Pub inaugurou com sucesso total. E a forma de funcionamento também é muito interessante. Ou abre no sábado, ou na sexta e no domingo. Muita gente quer fechar o final de semana com chave de ouro, e a opção do domingo chegou pra inovar. Parabéns!

Meus amados, me escrevam. Contem suas historinhas. Sejam bons meninos e não cocem o saco.

Um beijo!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Hello stranger!


Oi geeeeeeeente!!!

Hello Stranger!
Eu amo o filme Closer. Ele é forte e verdadeiro. E apaixonante. Fala de paixão. Esse sentimento que nos tira o chão, nos cega e nos leva a cometer atos irracionais.
Abordo este assunto, porque estava eu, jantando em um restaurante aqui da cidade, jogada no meu prato, devorando tudo, quando surge todo elegante, gato e gentil, um amigo meu, ao lado de linda morena.
Nãaaao que eu seja curiosa, mas minha parabólica já virou naquela direção, tentando saber se era mais um belo romance que surgia em nossa querida cidade. (Não vou dar mais detalhes do local, nem do amigo, nem de nada, porque, claro, depois vocês, seus danadinhos, ficam dando nomes aos bois).
Mas... enquanto eu engolia uma garfada e outra, estiquei o “ouvidão” pros lados da mesa do meu amigo, com o objetivo jornalístico de entender o que se passava. E então, comecei a perceber que “os estranhos” são realmente apaixonantes e perfeitos.
Como são gentis os homens que querem nos “conhecer” melhor. Como são inteligentes, cultos, bem humorados e espirituosos. Topam programas culturais, falam de cinema, falam de livros, de filmes e até de moda. Nos elogiam, e não dão importância se “comemos demais”, “gastamos demais”, “estamos com uns quilinhos a mais”, “queremos atenção demais”.
A moça disse que não iria exagerar na comida, e meu amigo respondeu: - Pára com isso, você está linda, perfeita.
Na minha mesa, alguém fala: - A Michele só pode ter um fundo falso, olha o que come essa guria. Daqui a uns dias isso explode, hein! É a boca de rancho! (Antigamente era divertido ter uma mulher que não tinha frescuras com essa história de comida!)
Estranhos mandam flores e mensagens de texto! Conhecidos mandam você pro inferno e ligam nervosinhos, que você está atrasada (e nem reparam em seu cabelo novo, na roupa ou na maquiagem)!
Ai, como são perfeitos os estranhos! Uma leitora nossa escreveu no orkut: “Conheci o estranho perfeito, isso existe?”

Sim amiga, existe, enquanto ele continuar estranho. Depois todo príncipe vira o Shrek, e invariavelmente, você, princesa Fiona, vira uma ogra. Mas temos que agradecer... melhor namorar o Shrek do que o Burro. Tudo sempre pode piorar...
Enquanto isso, eu, cercada de homens por todos os lados, tenho namorado, pai, três irmãos homens... e uma lâmpada queimada há um mês!
Fico remoendo minha revolta. Me disseram que, mesmo que não tivesse outra utilidade, homem servia, pelo menos, para trocar lâmpada!

Se serve de consolo... estranhos são perfeitos com todas as estranhas. Mas o ogrinho que você tem em casa, é imperfeito, mas é todo seu! Afinal, quem não se apaixona pelo coração enorme do Shrek?



“Aquilo que dá no coração, e nos joga nessa sinuca. Nos faz perder a razão e arrepia o pêlo da nuca.”
Lenine

Estranho para sempre: tenho amigas e amigos, que por opção, levam a vida com relacionamentos pouco íntimos. Não querem grandes responsabilidades, nem invadir a privacidade do outro. Vivem, de caso em caso, aproveitando sempre o melhor do romance: o começo. Penso que eles se divertem, mas no fundo, no fundo, tem muitos, e ao mesmo tempo não tem ninguém.



Conquiste sua gata já! Para você, ogrinho querido, que busca sua Fiona, deixo algumas cantadinhas infalíveis:

-Você enterra seu cocô na areia? – Claro que não, porquê?- Porque você é uma gatinha!

- Com licença, senhorita, você está usando uma calcinha espacial?- Não, porquê?- Porque sua bunda é de outro planeta!


Com essas, você conquista o amor da sua vida!

Beijos meus lindos, até semana que vem!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Mais louco é quem me diz...



Oi geeente! Tudo bem gostosos?
Hoje eu quero falar de gente noRRRmal!

Existe alguém assim? Porque se existe, eu não conheço.

Se pudéssemos traduzir o que é ser considerado normal, na prática, poderíamos dizer que “ser normal é ser igual aos outros”.
Que ridículo. Ninguém é igual a ninguém. Nem gêmeos são iguais. Então, como podemos ser algo impossível?
Falo sobre esse assunto, porque na semana passada entrevistei a Apae sobre a semana nacional da pessoa com deficiência. Conversei com a Carolina e com o Victor, que estudam na escola. E eles são encantadores. Me emocionaram e conquistaram.
Não diria que eles são normais, porque eles são especiais. Eles possuem algo que é muito difícil encontrar por aí: pureza.
Tudo que é puro é verdadeiro. Não encontramos maldade, falsidade, disfarce ou qualquer outro tipo de atitude que as pessoas “normais” precisam adotar diariamente para sobreviver na selva guaporense. Eles são simples: se gostam, gostam. Se não gostam, falam.
Não quero ser a profeta das lições de moral, mas sério, o que falta na gente é um pouquinho de “semancol”. Adoramos falar desse ou daquele, dar palpites sobre como as pessoas deveriam se comportar, de que forma agir, como viver. Olhamos tanto as deficiências dos outros, porque queremos esconder as nossas.
Um casal aqui de Guaporé viveu uma história bem interessante.
No consultório, o médico perguntou:
- Qual o problema de sua esposa?
- Surdez. Não ouve quase nada.
- Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la, faça um teste para facilitar o diagnóstico. Sem ela olhar, o senhor, a certa distância, fala em tom normal, até perceber a que distância ela consegue ouvir. E quando voltar, me diga a que distância o senhor estava quando ela o ouviu.
- Certo? - Está certo.
À noite, quando a mulher preparava o jantar, o homem decidiu fazer o teste. Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou: "Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora."
- Maria, o que temos para jantar?
Silêncio.
Aproxima-se a 10 metros:
- Maria, o que temos para jantar?
Silêncio.
Fica a uma distância de 5 metros:
- Maria, o que temos para jantar?
Silêncio.
Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:
- Maria! O que temos para jantar?
-F-R-A-N-G-O!!!! Peloamordedeus... É a quarta vez que eu respondo!


MORAL: Normalmente, pensamos que as deficiências são dos outros... e não nossas!

"Que capacidade impiedosa essa minha de fingir ser normal o tempo todo."

Raul Seixas