Devaneios tolos... a me torturar.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

O delicioso pinto podre!


Geeeeeeeeeeente!!!

Descobri uma coisa: eu me prostituo!!!!

Calma, não vão sair por aí espalhando que a colunista virou a Tieta do Agreste guaporense. Mas gente, quero dizer é que sem perceber, me vendo barato e ainda acho que estou agradando.

Me prostituo ( nos prostituímos) quando para obtermos vantagens, nos vendemos, defendemos bandeiras que não acreditamos, nos humilhamos, nos desvalorizamos enquanto pessoas, vendemos nosso corpo e nossa alma.

Estava assistindo o programa “No Limite”, na cena do indigesto cardápio de olho de cabra, peixe vivo e pinto podre (ovo com o pintinho dentro, que eles tiveram que comer).

Se vocês não assistiram, ótimo. Perderam cenas deprimentes de degradação humana por dinheiro. Aquele povo empurrando goela abaixo aquelas porcarias e tendo crises de ânsia de vômito na televisão. Já estava vendo a hora que a lente da câmera iria ficar cheia de pedaços de peixe, olho e ovo.

E tudo isso sendo muito fashion, muito “IN”, muito “tudo de bom”! Teve gente que achou o máximo! Tem gente que come cocô na TV para ganhar a disputa por dinheiro! Você comeria?

A começar pela televisão, passando pelas regras da sociedade e pelos novos conceitos de que para ser alguém é preciso ter dinheiro, penso que estamos na era da prostituição.

Expor as piores faces da sua personalidade em um programa como o Big Brother. Explorar a sordidez e os sentimentos mesquinhos jogando uns contra os outros por um milhão de reais, são apenas alguns exemplos da prostituição que aplaudimos e que nos diverte.

Em outro programa, passar fome de biquíni fio dental em meio a homens sarados semi nus, comendo pinto podre por notas e notas de real!

Isso é o Brasil! Sim, esperta aquela que tira dinheiro do velhote otário que largou a família pra desfilar com uma bunda boa pela cidade.

Ah... Aquela mulher sim que é esperta! Vender o corpo por dinheiro é coisa de gente descolada. Trabalhar duro feito uma otária é que não está com nada.

Deitar no chão para o chefe passar por cima, perseguindo colegas de trabalho, usando artimanhas para conquistar mais espaço na empresa! Isso é o máximo, coisa de gente que vai se dar bem na vida! Ou então se esfolar dando o sangue pela empresa e não receber nem mesmo um obrigado! Coisa meiga isso!

Prometer revolucionar na política, trazer progresso, desenvolvimento e empregar uma série de pessoas incapazes, para ter uma corte bem grande de súditos ignorantes e se perpetuar no poder! Isso é política! A política dos espertos! Parabéns!

Gente inteligente é aquela que acha uma teta para mamar às custas dos coitados que não tem mais de onde tirar dinheiro para pagar os impostos!

Agora a prostituição é chique! Agora a prostituição dá ibope! Quem se prostitui de alguma forma é que é sucesso nacional!

É isso ai! Vou comer pinto podre, para ganhar dinheiro, depois vou empinar bem o nariz pelas ruas da cidade e arrotar peru!

E olha que o que tem disso por aí... é só reparar!

· Prostituir, segundo o dicionário: degradar-se.

Mas ... mudando de assunto:

Happy Hour: eu sou defensora das iniciativas que ofereçam aos guaporenses momentos sociais. Defendi o Happy Hour da Kailua, e agora também aplaudo a novidade do Trip Bar. O Happy Hour no Trip proporciona um ambiente super diferenciado, comidinhas deliciosas e bebidas variadas. Agora aquelas pessoas que como eu, 10 horas da noite já estão capotadas, podem passar no Trip com os amigos antes, comer alguma coisa, curtir um papo legal, regado à uma música de muita qualidade!

Mas falando em Guaporé... nós, às vezes somos muito radicais. Há os que amam. Há os que odeiam. Falta muita coisa em nossa cidade. Mas temos muita coisa de bom.

A maior parte das pessoas fica se queixando pelos cantos e não faz nada para mudar a situação ou melhorar.

A proposta é a seguinte: escreva para michele@tl.com.br, você pode ser identificado no jornal ou pode ficar no anonimato.
Escreva o que você vê de bom e ruim em nossa sociedade. Comportamentos que poderiamm ser mudados, ações para melhorar a infra-estrutura, o que falta em matéria de lazer, entretenimento, o que está bom... e por aí vai...

Eu, toda a semana vou publicar esses e-mails, até outubro, então me ajudem e escrevam!

Em outubro, teremos praticamente um novo Plano Diretor Municipal, e quem participou concorre a lentes de contato coloridas (para ver Guaporé com outros olhos) da Joalheria e Óptica Sebben.

Participe, só pode criticar quem participa!

Ah... falando em Óptica Sebben, neste verão, as armações de óculos de sol coloridas vem com tudo!

Beijo gente, adoro todos vocês! Inclusive os que não gostam deste espaço! Outro dia, no supermecado uma moça me disse:
-Mas tu escreve tanta porcaria Michele. Compro o jornal só de curiosa para ver a besteira da semana!

Gente, o importante não é que vocês gostem... é que COMPREM o jornal! Assim eu me mantenho empregada e pago o leite das crianças! Rsrsrsrsrs

Ah!!!!!!!!! Adoro homem sincero! Uma amiga minha perguntou pro carinha que ela estava saindo porque TODO homem tem a triste mania de sair com a moça, conseguir uma noite de amor, acabar o trabalhinho e picar a mula... Eis o verdadeiro motivo:

Mulher: Porque vocês vão embora logo depois da transa?
Homem: Não é nada pessoal. É que pode estar passando um programa legal na TV de madrugada...

ENTENDERAM MENINAS?
Meus lindos e minhas lindas!!! Volto semana que vem!
Me escrevam:
michele@tl.com.com
Fucem no meu Blog e no Orkut:
http://michelunardi.blogspot.com/ ou Michele Lunardi.



Mural de Recados:

Obri!!! Um beijão pro Maciel Cover, que me escreveu!
Também pra Ju Fabris, lindona. Para o Professor Sílvio Bedin.

Para a Cris Previati! Me divirto com a inteligência dos meus leitores! Quando tirar férias, tenho várias pessoas para me substituir!

Leo Clube: Parabéns pela Campanha contra a violência no trânsito. Vocês fazem a diferença!

Feio: a campanha contra acidentes no sábado, e um acidente já no domingo. Guaporé... Guaporé...

Lu!!!! Luciana minha linda, minha diagramadora querida! Vem tomar um café comigo!

Quer aparecer por aqui? É simples: deposite gorda quantia em minha conta bancária (hehehe) ou simplesmente escreva:
michele@tl.com.br!
Beijos gente!

terça-feira, 25 de agosto de 2009


Oi geeeente! Tudo azul? Eu essa semana estou ótEma, de bom humor e de bem com a vida. E olha que isso é difícil, em se tratando do bichinho difícil que sou! Mas estou contente e orgulhosa de ser mulher na minha cidade!

Fui convidada para apresentar a Intimasul e sinceramente fico muito feliz em ver o envolvimento, o comando e o profissionalismo da mulherada neste evento que está muito bonito, organizado e profissional. Por isso, hoje resolvi deixar os machos meio enciumados, e falar de nós, MULHERES GUAPORENSES, em uma crônica que havia escrito há um tempo atrás.

Guaporé: terra de mulher sem vergonha!!!
As mulheres guaporenses perderam a vergonha na cara, a vergonha no corpo, a vergonha em tudo.
Quando isso começou? Quando a primeira bruxa malvada costurou a primeira calcinha enfeitiçada e resolveu espalhar por aí que era possível viver sem vergonha...


Talvez... seguindo as tradições das antigas “matronas italianas” as mulheres sem vergonha de Guaporé tenham saído de trás do fogão e passado para trás da máquina de costura...


Costurando o que? Uma mina de ouro em panos miúdos para cobrir as “vergonhas” que os homens, todos, adoram descobrir.


Neste jogo de cobre-descobre as danadas descobriram que sem vergonha e sem medo podiam ir muito além. Das máquinas para os balcões de inúmeras lojas, para de trás das mesas de comando de um exército de mulheres sem vergonha que criam, desenham, cortam, costuram, vendem, cobram, exportam... a liberdade, a independência, o desenvolvimento, o sustento e o progresso da cidade das mulheres que já não sofrem desse mal chamado vergonha.


E mais: já que perderam a tal vergonha, agora saem sozinhas, agora tem seus carros, suas casas, seus negócios, sua vida social, seus amados, seus amantes, seus maridos e sim... tem VIDA PRÓPRIA!


Ora... elas não tem vergonha de amar, não tem vergonha de chefiar famílias, sustentar o lar, educar as crianças, cuidar dos maridos...
Sim... maridos, pais, namorados, irmãos, amigos...


Esses aí... que com os olhos arregalados se perguntam nos cafés, nos bares, nas ruas:
- Onde vão parar essas mulheres guaporenses?

Ah... perdemos a vergonha do corpo, estampamos moda de calcinha e sutiã, porque foi-se o tempo de que instrumento de mulher era a mêscola da polenta e liberdade era queimar o sutiã...

Queimar não... mas quem sabe um dia desses, em uma jogada de marketing mirabolante, não tiremos os sutiãs em praça pública, em nome da falta de vergonha?

Você aí... escondidinha atrás do bordado, boquiaberta com a falta de vergonha dessas mulheres... quem sabe você também tire a roupa e as amarras que te prendem aos antigos preconceitos e vem ser feliz com essas mulheres guaporenses totalmente livres?

Se algum dia alguém lhe disser que você perdeu a vergonha, diga que perdeu sim... e quem encontrar... por favor: NÃO DEVOLVA!

Viver... e não ter a vergonha de ser feliz... cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz...

Se o poeta tantos versos fez para as mulheres de Atenas, é porque, indiscutivelmente, ele não conheceu as nossas!“Dizem que a mulher é o sexo frágil... mas que mentira absurda... ”* Erasmo Carlos

Mas... mudando de assunto:

Gente, eu sou Britolina. Meus avós são lá da Linha 3 de Maio, cujo nome “Brítola”, pode ser confundido com uma outra palavra que começa do “F”, e aí a coisa pode ficar meio complicada (hehehe)... Mas como toda “boa” descendente de italiano, nas férias com meus avós aprendi a falar uma língua estranha, com uns dizeres comuns na nossa região. Isso varia, claro de lugar pra lugar, mas existem umas palavras tipicamente serranas. Duvido que você nunca ouviu alguém dizer:

Baita: grande

Camassada de pau: apanhar

Campiá: procurar

Chumaço: conjunto de alguma coisa

De revesgueio: de tal jeito

De vereda: rápido

Esgualepado: cansado, exausto
Fincá: cravar

Ingrupi: enganar

Intertê: fazer passar o tempo com algo

Inticá: provocar

Invaretado: nervoso

Pestiado: com alguma doença

Pexada: acidente

Resbalão: escorregar

Sinalêra: semáforo

Vortiada: passeio

A gente fala isso né? Fala ou não fala? E não vem você me “ingrupi” dizendo que nunca deu um “resbalão” no português e de “revesgueio” não usou um desses termos! E não mente que te dou uma “camassada de pau”! hahahaha


Mudando DE NOVO de assunto...
Fui sequestrada! Sério gente, vocês devem estar pensando... Quem ia querer sequestrar essa neurótica? Mas a verdade é que ligaram lá em casa, com o golpe do sequestro relâmpago. Minha mãe atendeu o telefone e uma voz de jovem donzela (no caso eu), gritava desesperada pedindo socorro. Claro que enquanto meu pai falava com o “sequestrador” minha mãe descobriu que eu estava em casa sã e salva. Mas quero alertar que o susto é muito grande. Porque na hora, a pessoa que atende o telefone pensa sempre o pior. Então, não custa lembrar que esses bandidos ligam a cobrar, geralmente com prefixo 11, e pedem para que você compre cartões telefônicos ou exigem dinheiro. Eles mantém você no telefone para que não localize o suposto sequestrado. Fique de olho e de preferência não atenda ligações a cobrar!


Meus lindos! Me escrevam! Liguem, mandem sinal de fumaça: michele@tl.com.br

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

* Foto: Luanda Patrícia Redante. Vítima fatal de acidente de trânsito.


Fiz uma descoberta alentadora: somos eternos. Vivemos para sempre na memória de quem nos amou de verdade. Aliás, somos a extensão de quem amamos e de quem nos ama.

Há tempos vinha evitando a visita à casa do Roque Redante, após a morte trágica da filha Luanda, de 18 anos, que era leitora dessa coluna. Não me sentia preparada para mergulhar no universo dela e nem teria as palavras certas para reconfortar a família.

Mas o Roque me ligou e disse que havia feito uma descoberta e que através desta descoberta poderia realizar um sonho da filha, e que eu poderia ajudar.

Fui visita-lo e entrei na casa de uma família composta por pai, mãe e duas filhas. Tanto a Carol quanto a Luanda estão lá.

A Luanda com suas fotos, com seu quarto de princesa seus livros de estudo, suas roupas, perfumes, cremes, amigos e sonhos. Sim, muitos sonhos.

A mãe dela descobriu que eu e Luanda tínhamos algo em comum: gostávamos de colocar sentimentos no papel. É incrível que as letras eternizadas nos cadernos e rascunhos dela tenham tanto a ver com a tragédia que aconteceu com ela naquele acidente de carro na Sílvio Sanson. Parece que de alguma forma as palavras dela reconfortam e passam a mensagem de que ela está bem e olhando por todos.

Vou transcrever alguns sonhos que Luanda deixou registrados antes de partir:

“Sonhos para realizar antes dos 35 anos:
Passar na federal. Me formar em publicidade e propaganda. Ter uma agência. Conhecer a Europa. Casar. Comprar carro, casa... Viajar sem rumo, mergulhar, pular de pára quedas, morar sozinha. Escrever um livro. Começar um blog. Apaixonar-me várias vezes, amar apenas uma. Conhecer um ídolo. Ir a uma praia de nudismo. Me jogar de roupa na piscina.”

Sonhos de toda a menina de 18 anos. Tornando-se mulher e descobrindo o que o mundo pode nos dar. Ou nos tirar.

Muitos deles não serão realizados por ela, mas podem ser realizados por nós. Isso mesmo: vamos valorizar a vida, a família, nossos pais, nossos irmãos, amigos, amados. Vamos ser um pouco mais caretas, um pouco mais cuidadosos, um pouco mais atentos aos perigos que se escondem por trás de coisas simples. Vamos realizar os sonhos de Luanda.

Eu, particularmente, fui incumbida de uma tarefa nobre: de recolher memórias e publicar um livro. Vamos colocar no papel um pouco da vida, sim da VIDA de Luanda, para que ela possa permanecer entre nós e sua família ser lembrada pela força e união no sentido de trabalhar pelos jovens e para que mais ninguém sofra uma perda tão irreparável. Peço aos amigos que conheceram Luanda, que me escrevam e mandem depoimentos verdadeiros, do que ela foi, é e será para aqueles que a amaram.

Dois textos mostram o quanto ela queria fazer a diferença, e o quanto ela quer ter sua privacidade respeitada. É o que vamos fazer...

“ Abra seus olhos para as gerações mais novas, os problemas que a sociedade enfrenta acabam fazendo parte do dia a dia de cada um e se tornando uma coisa cada vez mais normal. A sociedade precisa deixar que caia a venda que está nos olhos e no coração dos ignorantes e sair deste comodismo que se encontra, para ver os problemas que o mundo hoje enfrenta. Se cada um fizer sua parte, por mais pequena que seja, podemos fazer uma grande diferença. Faça você também a sua parte, ou você também vai fechar os olhos para quem necessita da tua mão?”

Vamos procurar fazer a nossa parte Luanda, esperando também que possamos revelar os desejos que você tinha para a vida. Mas se preocupe, onde quer que esteja. Não vamos nos infiltrar no teu particular, muito menos expor ninguém. Vamos apenas lembra-la, afinal, você mesmo escreveu antes de partir:

“A verdade é que há coisas na vida que tem que permanecer no íntimo de cada um. Devemos dividir experiências, compartilhar sentimentos, mas sempre tem aquelas coisas que só você entende.” *Luanda Patrícia Redante

Campanhas e outras ações estão sendo realizadas na cidade e em breve haverá maior intensificação de atos que possam representar mais responsabilidade, segurança e mais tranqüilidade aos pais de jovens que tem a ânsia de viver a vida intensamente.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Você tem medo de que?!


Oi geeeeeeeeeeeeente!
Hoje vou falar sobre o sentimento mais limitador que existe: o medo.

O medo engessa. O medo não permite que aproveitemos as emoções. Faz com que percamos as oportunidades. Faz com que fiquemos infelizes, presos a eterna pergunta:

-Como teria sido se eu tivesse enfrentado o medo e tentado?

Falo isso por alguns motivos óbvios: primeiro porque estamos em plena Mostra Guaporé e o evento para muitos deveria ter sido cancelado por medo da gripe suína. Deixo uma frase, que faz você pensar:

"Onde o medo está presente, a sabedoria não consegue estar."

A ignorância geralmente é a fonte de todos os medos. Não no sentido pejorativo da palavra, mas no sentido de desconhecer. Desconhecer que tomados os cuidados necessários, é possível aproveitar os eventos de inverno com responsabilidade e diversão. E que se alguém tiver que pegar gripe... pode pegar no trabalho, na lanchonete, no banco, nas lojas, até em casa!

Mas as pessoas se impressionam, aumentam os casos, inventam os casos, “matam” pessoas, confirmam suspeitos sem exames, correm para plantões hospitalares diante do primeiro espirro, discriminam as pessoas que pegaram a doença e disseminam medo por onde passam.

Confirmado o primeiro caso em Serafina de gripe A, uma senhora de Guaporé liga querendo saber se era obrigatório usar máscara pela cidade de Guaporé. Tive vontade de dizer:
- Não minha senhora. Fique tranquila que já incineramos a doente em Serafina, bem como todos os familiares que podiam estar contaminados e isolamos uma área de 5 km quadrados na residência dessa pessoa.

"O medo é a maior das doenças, porque paralisa o corpo e a mente."
Gente, vamos cair na real. Medidas de segurança são bem vindas. Mas pânico não. Isso só piora tudo. Grupos de risco precisam estar ainda mais atentos. Medidas cabíveis devem ser tomadas. Mas com coerência.

Há muito medo e desinformação. Quando fui pro Chile, algumas pessoas rezavam pela minha vida, outras me chamaram de louca, de irresponsável. Quando voltei, muito bem de saúde e muito feliz, vi que havia mais casos por aqui do que por lá. E então? O medo de viajar teria me sido útil? Claro que não!

Outra frase que deixo:

"O medo derrota mais pessoas que qualquer outra coisa no mundo."

Quantos deixam de prestar concursos por medo de fracassar? Quantos deixam de manifestar sua opinião por medo de parecer tolos? Quantos deixam de amar por medo de sofrer? Quantos deixam de ser feliz por medo de errar?

Somos prisioneiros do medo, somos reféns dele.

Eu sou medrosa. Não dirijo por medo. Não me arrisco por medo. Não ouso por medo.

Medo do que vão pensar, do que vão falar, de parecer ridícula, de tomar uma decisão errada. De fracassar.

O medo já é meu maior fracasso!

"As massas humanas mais perigosas são aquelas em cujas veias foi injetado o veneno do medo. Do medo da mudança."

Tudo muda o tempo todo no mundo. O medo de mudar é também um câncer que se espalha pelo mundo. Incitando o medo nas pessoas é que criaram-se os ditadores, os fanáticos nas religiões, as grandes nações que não são livres.

Precisamos nos livrar do medo irracional. Do medo de sermos, de sentirmos, de amarmos, de mudarmos, de nos libertarmos. Precisamos perder o medo de sermos sinceramente felizes, mesmo que tenhamos que amargar alguns fracassos pelo caminho.

E pra finalizar, mais uma frase de efeito (adorooooo):

"Evitar a felicidade com medo que ela acabe é o melhor meio de ser infeliz."

Isso vale para quem diz: não faria nada que no futuro pudesse te fazer sofrer.

Gente, nem sabemos se vamos estar vivos amanhã. A vida, é AGORA!

Mas mudando de assunto...

Eu me surpreendo com a nossa terra! Sempre reviso as revistas do Tamar, e neste ano na publicação sobre a Mostra fiquei ainda mais encantada com as publicidades de nossas empresas! Produtos lindos, produções de bom gosto, investimento em publicidade e qualificação dos nossos profissionais! Quanta diferença entre uma propaganda bem feita e uma “meia boca”. Gente, no mundo publicitário, imagem é TUDO!

Também fico muito contente em poder dizer que Guaporé tem produtos de incrível bom gosto (em sua maioria), com muita criatividade e com diferenciais. Por onde vou, saio espalhando que minha terra tem produtos para mulheres que são verdadeiras divas da moda!

Aliás... vamos combinar que nossas guaporenses (com raras e espetaculosas exceções) sabem se vestir, sabem usar acessórios e sabem ser bonitas, inteligentes, batalhadoras e interessantes! Ô terrinha de mulher boa!