Devaneios tolos... a me torturar.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010


" ... Sim tem razão, ela é bonita. Disse-me ele.
... E uma mulher bonita encanta os olhos. Porém, uma inteligente, encanta a alma."

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Poeminha da rima pobre



Ai que saudade que eu tenho...

Das coisas que não vivi

Dos sonhos que a realidade deixou só na memória

Do que me fazia sorrir.



Daquele que eu pensei que tu fosses

Daquela que eu queria ser.

Do amor que eu sentia por ti...



Da coragem que me abandonou na porta

No dia em que eu ia fugir.



Porque, somente no sonho

Mágico na minha imaginação

Eu era perfeita... e você...

O dono do meu coração...

domingo, 22 de agosto de 2010

Hola Brasiloche!

Oi geeeeeeeente! Eu quero meu MU-MU!!!!

Meus lindos! Viajei por uma semana para a Patagônia Argentina. Fui até onde minhas economias puderam me levar, mas quero dividir com vocês a emoção de desbravar a Cordilheira dos Andes e conhecer as belezas de Bariloche.

Meus amados, muitas das minhas amigas e pessoas próximas gostariam de viajar, e me perguntam como eu consigo. E eu sempre digo: priorizando.

A grande maioria das pessoas trabalha muito, e na hora de gastar, precisa fazer opções. Então, antes de comprar roupa, trocar minha Tv por uma LCD, ou de trocar de carro, eu viajo.

É uma opção pessoal, mas para mim, é a escolha certa. Eu tenho verdadeiro vício, necessidade de conhecer o mundo onde vivemos, e conhecer pessoas diferentes, culturas diferentes. E juro, não tem faculdade no mundo que ensine mais que uma bela viagem.

Essa última, parcelada em duzentas mil vezes, mudou completamente minha opinião sobre los hermanos.

Como sempre, os pré-conceitos, nos cegam. Tinha a impressão de que os argentinos eram arrogantes, mal educados e que não gostavam dos brasileiros. Isso até passar alguns dias com eles, no universo deles.

Bariloche tem mais de 100 anos, e mais de 100 mil habitantes. Vive do turismo, chocolate, cerveja artesanal e da tecnologia.

Durante o inverno, é chamada de Brasiloche, dada a quantidade de brasileiros por lá. A gauchada que foi comigo (um avião fretado só com gaúchos) tomou conta de tudo. Foi até difícil treinar meu espanhol, porque a gente ouve mais português do que outra língua. Mas nas estações de esqui, como Cerro Catedral, o mundo se encontra: os mais diferentes povos, as mais variadas línguas, todos simplesmente “abobados” com o espetáculo da natureza. A Cordilheira se apresenta majestosa, cercada de lagos por todos os lados.

Pegamos muita neve, e os moradores afirmaram que foi a primeira grande nevasca de 2010. Aliás, na cidade de Bariloche, a neve é cada vez mais rara. Isso se dá pelos efeitos do aquecimento global e pelo sistema da calefação, que funciona em todos os lugares. Aquecidas a gás, as caldeiras mantém as casas e locais públicos muito quentinhos, em contraponto a temperaturas que ultrapassam os 10 graus negativos nas ruas.

Por lá, o gás natural é encanado e barato. A calefação nos bairros custa menos de 30 reais por mês, o que torna o sistema super acessível a todas as classes.

Bom, para passear pelas ruas, é necessário muita roupa, mas dentro dos ambientes, é mesmo muito calor.

Nas estações de esqui, é necessário usar roupa especial, senão, meus amigos, molha até a ... alma!

Tudo em Bariloche é muito barato. Comida, transporte, passeios e serviços. A comida, deixa muito a desejar. Praticamente não leva sal. O que me deixou uma semana sonhando com o Clube, com a Pizzaria e com o Posto.

Fora isso, os argentinos são simpáticos, divertidos e acolhedores ( e por favor, não espalhem... mas eles são LINDOS demais).

Você pega uma simpatia por aquela gente que te recebe com tanto carinho, que dá vontade de ficar lá pra sempre (ainda mais se um bonitão te pedir em casamento hahahaha).

Mas falando sério... gostei tanto, que tô quase torcendo pro Maradona... (meeenos haha).

Quero recomendar a todos os leitores que viajem. Que saiam um pouco do seu mundo cômodo e confortável. Onde tudo é conhecido e os conceitos já estão formados. Viajar é abrir a mente ao conhecimento, é compreender as diferenças, crescer como ser humano, e invariavelmente se tornar uma pessoa melhor. ( Ou pelo menos se tornar uma pessoa mais magra, porque com o piriri que me deu na Argentina, acho que tô 5 quilos mais leve hahahaha).

Conheci um lugar, na fronteira com o Chile, conhecido como Cerro Tronador. É uma montanha gelada, na Cordilheira, onde visitamos o “Glaciar Negro”. Gelo glacial de milhões de anos, em uma visão inacreditável. Depois de 70 quilômetros em chão batido, em uma reserva ambiental cortada por rios gelados, vegetação magnífica e muita neve, chegamos caminhando por 2 quilômetros, ao glacial. Quando o gelo se desprende do topo do morro, e bate nas rochas, o barulho como que de um trovão, pode ser ouvido há quilômetros. A montanha inteira ruge. É algo único e muito impressionante.

Fiz passeios maravilhosos, e estou cheia de dicas para dar, a quem se interessar.

O triste, depois de ser muito bem recebido no país das pessoas que conhecemos como nossos rivais, é chegar ao Brasil, com um potinho de mu-mu e ser barrada na alfândega. A vigilância sanitária estava recolhendo e jogando no lixo todo o doce de leite do país vizinho. Eu sei que é uma questão legal... mas no país do contrabando, da sonegação e da fome, é realmente um grande desperdício jogar fora nosso “mu-mu”. É revoltante e triste. Ninguém estava carregando duzentos mil quilos de doce de leite contrabandeado... mas as autoridades locais precisam parecer úteis de alguma forma.

Meu potinho de mu-mu foi pro lixo sem dó nem piedade. E no aeroporto peguei um taxista tão mal educado e grosso, que juro, fiquei com vergonha de ser brasileira.

Por incrível que pareça, temos muito a aprender com os argentinos.

Muita neve, nas montanhas e também na cidade de Bariloche. Agosto 2010.



                                        Lago Nahuel Huapi, que banha a cidade de Bariloche.

                              Lindos e simpáticos, os São Bernardos estão por toda a parte.
Passeio em moto de neve na estação Cerro Catedral. De tirar o fôlego!

Diante da imponência da Cordilheira, palavras são desnecessárias!
Fabricação de chocolate artesanal. Delicioso e muito barato.
Simpáticas ruas de comércio em Bariloche.
No topo da Cordilheira. Valle Challuaco.
Cerro Tronador: Glaciar Negro.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

8 ou 80!


Que horror geeeente!

Meus amados: Guaporé 8 ou 80. Esse deveria ser o slogan de nossa small city.

A começar pela temperatura. Outro dia saí toda encasacada e na rua começou a bater um calorão. Eu estava metida a fashion: de touca, com o cabelo embaixo que era um “Deus-nos-acuda” e de casaco pesado, com uma blusinha meia manga. Os pêlos dos braços estavam pretos e compridos (porque amores, depilação e clareamento de pêlo no inverno, só se você estiver saindo com o Brad Pitt).

Mas enfim... bateu aquele calor e eu pensei: ou tiro esse casaco e esse gorro maldito, e posso ser confundida com um gorila descabelado fugido do zôo, ou suo em bicas, mas aguento o tirão.

Óbvio, optei pelo número 2.

Aí... semana passada, um frio de congelar e eu no banheiro. Eu só queria fazer xixi. E foi uma operação de guerra: estava de colant (ou seja, tipo um maiô). Tira blusão, blusa, blusinha, colant. Tira calça, meia calça, calcinha. Quase faço nas calças. JU-RO.

Mas o que quero dizer é que a temperatura vai do 8 ao 80 em menos de 24 horas. E as pessoas também.

Estou cansada de ver gente deslumbrada tendo ataque de falta de educação e justificar que está estressada. E o cara grosso, mal educado e estúpido, que jura que é bipolar?

Agora todo mundo é depressivo, sofre de transtorno obsessivo compulsivo e transtorno bipolar para justiçar falta de controle. Na vida profissional ou privada. Por favor!

E a síndrome de amor e ódio que reina na cidade? Ou as pessoas te amam, ou te odeiam. Não tem meio termo. Daqui a uns dias tem gremista e colorado se carneando na praça! “Pelamor!”

Ou o político é Deus. Ou é o demônio em forma de gente. Você pergunta sobre um evento, programação ou produto local: ou é ótimo, ou é péssimo.

Aqui é tudo mega: ou você é mega bem relacionado, mega rico, mega bem vestido, tem uma vida mega divertida... ou você é mega desenturmado, mega brega, tem uma vida mega sem graça.

Eu não me encaixo nesse padrão. Oscilo coisas super legais, momentos tristes, tenho muitos conhecidos, alguns bons amigos, trabalho muito pra me manter, e não vivo dia e noite na balada mais divertida do mundo. Se você também é assim, talvez também se sinta meio deslocado...

Perdemos a capacidade de analisar as coisas por partes. Olhamos tudo de maneira geral, superficial, e geralmente possuímos opiniões equivocadas. Só olhamos a embalagem, o conteúdo pouco importa.

Não analisamos uma atitude de alguém levando em conta o que motivou essa atitude. Simplesmente condenamos, ou aplaudimos. Por isso a cidade tem tantas pessoas rotuladas.

Falando sério: vamos tentar abandonar nossos radicalismos em relação ao que pensamos e às atitudes que tomamos.

As pessoas se afastam, criam inimizades, tornam ambientes sociais ou de trabalho pesados, acabam justificando falta de caráter, falta de ética, falta de vontade... com doenças relacionadas à depressão, ansiedade, dificuldade de relacionamento social...



Na época da minha vó... isso era mesmo “falta de laço”!

E até a palmada foi abolida da educação. Se a moda para as crianças é conversar e se entender através do diálogo, porque os adultos não fazem isso?


Bom gente, era isso. Adoro pessoas que exercem o bom senso, a tolerância, a compreensão. São poucas, eu sei. Mas elas existem, e fazem grandes diferenças em nossa cidade, e no mundo!


E a frase da semana: Preserve os gatos pingados, afinal, eles são só meia dúzia.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Eu pelada, chamo menos atenção que ela... vestida!




(Sempre defendi que vulgaridade e falta de classe não estão ligados a roupa, ou falta dela. São questões de atitude. Elegância nunca esteve à venda... e dinheiro nenhum poderia comprar. Chamar atenção e ser respeitada e até desejada pelo que se é, e não por 'como' se é, é muito mais difícil. Por isso, publico abaixo um texto que amei!) 



 A PLAYBOY DE CLÉO PIRES E A VULGAROMETRIA
Marvio dos Anjos 


Há algum desequilíbrio na Força. A quantidade de mulheres que comenta a Playboy deste mês, que estampa a atriz Cléo Pires, está fora do normal. Muitas receberam as fotos pela internet antes mesmo de mim que, confesso, não sou lá um grande consumidor de pornografia.

(Explico: completei 32 anos neste mês, então já tenho uma vaga ideia de como qualquer mulher fica quando nua. Raramente surgem novidades. Ainda assim, a Playboy é uma ótima revista, num mundo em que as publicações andam cada vez mais desinteressantes para o macho cristão ocidental. Já assinei Playboy, juro!, por causa das entrevistas. São as melhores do país, quando o entrevistado é bem escolhido, mas quase nenhuma namorada se convence dessa minha versão.)

Mas eu pensava antes e reafirmo: o que faz tantas mulheres se ligarem, com tanta curiosidade, devoção e posterior admiração, à Playboy de Cléo Pires? O que torna a Playboy de Cléo Pires um item de consumo feminino, sério candidato a repousar lânguida sobre os sofás dos melhores cabeleireiros e manicures da cidade?
Mulheres têm critérios para julgar mulheres extremamente diferentes dos dos homens. Não é apenas a beleza e gostosura – o que por si só já tornaria qualquer dançarina do Faustão interessantíssima, como diz o filósofo contemporâneo e bróder do DF Ricardo Henrique; elas processam todas as informações colhidas a respeito da tal mulher, numa equação complicada.
São ponderados bom comportamento, escândalos, declarações, modos de atingir a fama, influência sobre os homens, plásticas, currículo de namorados. Cogitam se pegaria mal ser vista conversando animadamente com a examinanda e por fim se perguntam inconscientemente: “Será que eu gostaria de ser igual a ela?”. Poderíamos chamar essa ciência feminina de “vulgarometria”.
Sob esses critérios, Cléo Pires passa quase com louvor. É filha de um casal digno: um cantor romântico importante com uma atriz de tarimba – se em vez de Fábio Júnior fosse Orlando Moraes, talvez sua ótima nota caísse um pouco. Estudou balé clássico em vez de dança da garrafa, o que derruba Sheila Mello; deu seus primeiros passos rumo à fama em filmes menos constrangedores que o normal, que talvez seja um dos crimes de Giovanna Antonelli; nunca pôs silicone, como Daniele Winits; nunca saiu na mão em público, o que virou pecha para Luana Piovani; por fim, as fotos de sua Playboy são elegantes, mais insinuantes que ginecológicas, mais poéticas que provocadoras, o que já ceifou Adriane Galisteu, Juliana Paes e Karina Bacchi. No índice vulgarométrico, Cléo Pires é o extremo oposto de Larissa Riquelme, que vai ser a próxima estrela da revista porque, ávida por novos trabalhos, metia celulares no meio dos peitos espremidos em tops nas arquibancadas da Copa. Na África. E, ainda por cima, é paraguaia. A única coisa que faz da vida é ser gostosa.
Bom, estive diante das duas, na festa de lançamento da Playboy. Quando Cléo Pires chegou, linda, apresentável em qualquer festa de Natal em família, passeável em qualquer shopping, sua mãe a esperava na área VIP. É belíssima, mas é uma nudez-família, de exagerado bom gosto, uma nudez que quase não é nudez, porque relaxa em vez de provocar como Cléo Pires poderia. Tem poemas escritos pelo corpo, sua depilação é conservadoramente bela, e a sensação que temos ao folhear a revista é que Cléo Pires posou para a Boa Forma. As mulheres vão se lembrar desta Playboy por décadas a fio quando precisarem de um parâmetro para posarem nuas. Os homens vão se lembrar que Larissa Riquelme viria um mês depois.
Ela também estava lá na festa. De vermelho, num vestido que disse ser criação sua, com nacos de carne vigorosamente expostos, além de uma marca de biquíni canina. Vejam as fotos aqui.
Quando ela surgiu, bem antes de Cléo, o índice vulgarométrico apitava alto: as repórteres e os repórteres gays de celebridades comentavam toda a falta de virtude da paraguaia, à espera da nudez redentora, feminista e feminina, de Cléo. Quando vi Larissa, tive certeza de que ela sabe latir. E não consegui pensar em shopping, cinema, Natal, nada disso. Larissa representa o que há de mais urgente no sexo oposto, uma mulher para consumo masculino, uma mulher que não entrará para a História nem para as histórias de ninguém. Mas ela se torna a mulher mais imprescindível do mundo no justo momento em que você a vê. É salivação pura. Eu ainda pretendo me casar, ter filhos e me tornar um homem respeitável ao lado de Cléo Pires, mas, caso pegasse Larissa, contaria para cada bróder que jogasse bola comigo.
A Playboy de Larissa vai vender menos que a de Cléo Pires. Mas a ideia de “revista masculina” será, inegavelmente, retomada.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Hello stranger!



Eu devo reconhecer que ninguém me conhece. Não realmente. Os que mais sabem não sabem da metade. Não deixo todos os segredos escaparem de mim, não mesmo. Uma delicadeza com os outros, eu diria, pois não quero assustar as pessoas com meu passado. Em especial aquelas que continuaram gostando de mim após o pouco que souberam. Mesmo porque aquela, que fez aquilo, nao está mais aqui. Eu sou literalmente outra.

Fernanda Young

( A Fabi tem uma capacidade incrível de garimpar grandes textos... olha lá: http://fabianegdalmolin.blogspot.com/)

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Descobriu? Tome uma atitude, por você.



Por favor, não me contem!
Estou sendo traída? Meu melhor amigo falou mal de mim pelas costas? Fulana de tal elogiou meu trabalho e depois me esculachou para o grupo de amigas? Eu era assunto na sacada do Clube? E no bar do Pirigoso?

Ah... não me contem. Prefiro não saber. Se souber, inevitavelmente, vou precisar fazer algo a respeito.

Eu sou daquele tipo que faz pose intelectual, mas chora em final de novela das 8. E ultimamente tenho me irritado com a mula manca do Totó, enganado sem dó nem piedade pela “eschifosa” da Chiara. A Gema, “poverina”, tenta abrir os olhos do italiano-jegue, mas sem sucesso. (Meu pai outro dia comentou que o Totó devia ser português, não italiano. Hehehe)

Mas falando sério, na real, o Totó, e nós Totós, sabemos de muita coisa, e continuamos a nos enganar. Depois de uma certa idade, aquela fúria adolescente de fuçar no celular alheio, descobrir senhas de internet do amado, procurar manchas de batom, tirar a limpo a fofoquinha da cidade, pegar a amiga linguaruda pelos cabelos... vai desaparecendo, e nós, mais centrados, acabamos nos acomodando em situações tranquilas, e a última coisa que queremos, é que nos tirem o sossego.

"Se nos fosse dado o poder mágico de ler a mente uns dos outros, o primeiro efeito seria, sem dúvida, o fim de todas as amizades e relacionamentos." (Bertrand Russell)

Nós (todos nós, queridinhos), temos pensamentos maldosinhos sobre outras pessoas. E invariavelmente abrimos nosso bocão gigante para destilar veneno, até mesmo pra cima de quem amamos. Somos fracos, caímos nas mais diversas tentações, e somos, todos nós, infiéis em algum momento de nossas vidas, mesmo que não “consumemos” nossas infidelidades.

O que quero dizer com isso, é que conheço muita gente que vive correndo atrás de sarna pra se coçar. Procura chifre em cabeça de galinha. E sempre acha o que procura.

Não estou dizendo que devemos ser uns idiotas, tontos, enganados e iludidos em amizades falsas, filhos que se dizem perfeitos, amores mal pagos. Estou dizendo que é melhor vivermos bem, com paz de espírito. Grandes traições, venham elas de onde vierem (amigos, colegas de trabalho, familiares, amores), um dia vão vir a tona mesmo.

Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todos, o tempo todo.

E aí sim, quando a verdade aparecer, faça algo a respeito!

A grande maioria das pessoas que sai por aí procurando desassossego, encontra. E acaba vivendo uma vida de infelicidade. Briga muito, grita muito, xinga muito, chora muito. E nunca faz nada para mudar a situação. Descobrem o que querem descobrir, e então, fingem não saber!

Estes sim, na minha opinião, são os idiotas.

Você não pode mudar os outros, mas pode mudar a si mesmo. Sua felicidade depende de você. Não condicione aos outros.
Mentir para si mesmo, é sempre a pior mentira... já cantou Renato Russo.
E os infelizes que conheço, não são enganados pelos outros. Enganam a si próprios.