Devaneios tolos... a me torturar.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Mi Buenos Aires querido!


Amigos! Querem uma dica para um final de semana maravilhoso? Peguem o primeiro avião do Aeroporto Salgado Filho, e desembarquem em Buenos Aires. Uma hora e vinte minutos de vôo e o melhor que pode ser oferecido pelos portenhos vai estar à disposição de vocês.

Declaração de amor

Me confesso apaixonada pelos hermanos. Desde pequena ( e isso foi outro dia, óbvio), me lembro de ter uma atração especial pelos times de futebol dos nossos vizinhos. Além de serem charmosos (adorava o Fernando Redondo, alguém lembra?), eles tinham uma paixão contagiante por suas equipes e uma raça em campo, que era sempre comparada ao modo de jogar dos times gaúchos.

Bom, aí começou um caso de amor com o país do tango e do Maradona.

A primeira vez que fui à Argentina, foi em 2010, quando conheci a região de Bariloche. Jurava que essa rivalidade que é motivo de piadinhas contra argentinos, faria com que me sentisse realmente uma visitante indesejada. Mas não, muito pelo contrário.

Os argentinos são divertidos, despojados de luxo, simples, simpáticos e acolhedores. Esforçam-se em agradar e em nos compreender, por isso, o “portunhol” está em toda a parte.

Buenos Aires, apesar de também apresentar pobreza em alguns pontos, como todos os grandes centros, é uma cidade linda. Organizada, limpa, segura, arborizada, romântica e cultural. Em cada esquina, apresenta um café mais charmoso que o outro.

Nos parques, lindos e de muito verde, as pessoas estão “lagarteando ao sol”. Em um deles, o prefeito chegou a instalar cadeiras e guarda-sóis, dada a necessidade do povo de se jogar no sol e pegar uma cor. Onde tiver um gramado, você chega, tira a roupa e fica na boa (de biquíni óbvio haha), pegando um solzinho.



Segundo nossos guias, os argentinos não querem chegar brancos na “playa”.

A cor deles, sempre bronzeada, é linda. Assim como são sempre interessantes seus estilos. Os cabelos têm um corte único. Os homens são inconfundíveis. As mulheres geralmente possuem cabelos repicados, muitos acessórios, um gosto por vezes duvidoso em suas misturas de estampas, mas não podemos negar que são originais.

Em Puerto Madero, dezenas de restaurantes fazem a alegria dos brasileiros. Aliás, o último a sair do Brasil apagou a luz? (Só vi brasileiros por lá.)



Na “Calle Florida”, o comércio ferve. É um calçadão bem no centro da cidade, onde encontramos de tudo um pouco, por bons preços. Aliás, a moeda dos hermanos está tão desvalorizada que em alguns lugares pagam apenas 30 centavos de real por um peso argentino.


 
Mas a queda da moeda com relação ao real não se refletiu em perda de qualidade de vida para eles. Estão atravessando um período, segundo eles mesmos, de boas oportunidades de trabalho, de lazer, de cultura. Realmente nos deixam grandes exemplos. Não vi violência, nem assaltos ou tumultos, mesmo nos horários da noite. Sempre podemos caminhar tranquilamente pelo centro.

A parte cultural fica por conta, claro, do “Caminito”, que nada mais é que uma quadra de casinhas coloridas, cercado por restaurantes e artistas. É um pelourinho reduzido. Os shows de tango pipocam em todos os lugares, oferecendo shows dignos de Holywood ao tradicional tango puro de Gardel.



 
Os cafés, os alfajores e as carnes são deliciosas. Assim como é delicioso o clima e o astral da cidade.

Passeios pelo Rio da Prata são oferecidos, assim como variadas opções de lazer.


 
Mas o melhor são as pessoas com suas histórias, com seus sorrisos e com suas piadinhas de.... chilenos! Sim, nós brasileiros não somos os principais alvos das piadinhas infames. A disputa por lá é mais acirrada com o Chile.

Buenos Aires é um destino barato, divertido e inesquecível. E quem seguir minha dica, que não esqueça de saborear um “sabroso helado”, porque os sorvetes são maravilhosos!

Besos!




3 comentários:

  1. De nada, volte sempre. :)

    Bem legal o seu layout, adorei.

    Peace and love.

    BSP.

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  2. Tu achou elas cafonas Miche? hahaha
    É que tu falou tão bem das europeias, e achou somente as castelhanas originais?

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  3. Sou da opinião de que gostos, cores e amores, não se discute! Se respeita. ;)
    Mas Mari, pelo meu gosto, fico com as italianas disparado. Ô mulherada bem linda!

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