Devaneios tolos... a me torturar.

sábado, 8 de setembro de 2012

Semancol já!

Oi geeeente!




Posso ter todos os defeitos do mundo, mas uma qualidade eu tenho: sou discreta. Não sou “perguntadeira”, muito embora uma das características de todo o comunicador seja a curiosidade.

Mas juro, pego a minha curiosidade sobre a vida alheia, ensaco minha viola, e me calo.

Se não vai mudar minha vida, se não me diz respeito, se não atinge quem amo, se não envolve meus amigos, então, não me interessa!

E comentários, também, estou abolindo do meu vocabulário.

Lembro de uma vez, que estávamos entre amigas e passou um dos “lindos do momento” da cidade, e uma amiga minha comentou em alto e bom tom:- Nossa, fulano tão lindo, como consegue namorar aquela guria feia e sem graça?

De imediato, minha outra amiga, respondeu:- Ele namora aquela feia e sem graça porque ama ela. E aliás, ela é minha irmã!

Tóin!

E aquela tradicional: - Amiga, tá grávida?

- Não, estou gorda mesmo.

Tóin 2!

Amadinhos (como diria Shaiene), em boca fechada não entra mosca. E você evita algumas indelicadezas que, por vezes, até podem acabar com uma amizade!

Um dia desses, estava no supermercado, e uma conhecida chegou lépida e faceira, se grudou nos meus cabelos e disse:- Tu ainda está usando aplique, negrinha?

(Gente amada, não é aplique! É uma coisa “phyna”, chamada megahair! E o pior, o meu megahair é de tic-tac, portanto ele CAI!)

Ela grudada no meu cabelo, eu sentindo aquele troço desprender da minha cabeça. Já estava vendo a hora que ia perder metade da juba no chão do supermercado! Pensei em disfarçar e fingir que a cabeleira não era minha, ou simplesmente comentar:- Acho que tem um leão morto em algum lugar, e a juba está aí! Ou ainda, chamar o atendente e comentar: - Moço, tem shampoo pra queda de cabelo? Acho que estou perdendo cabelo além do normal!

Mas (glória a Deus) meu mega resistiu na minha cabeça, eu gentilmente disse que sim, ainda usava esse sistema pra alongar o cabelo. Pronto, era o que ela precisava. Começou a pedir de quem era o cabelo comprado, se era de morto, se ficava podre, enfim... uma interminável bateria de perguntas irritantes.

Sinceramente, eu não me incomodo de contar onde compro minhas roupas, que shampoo uso, qual a cor que pintei o cabelo, onde encontrei aquela bolsa, qual loja vende aquele anel, e onde foi que achei aquele modelo de óculos de sol.

Mas perguntas indiscretas e constrangedoras, ou perguntas óbvias e idiotas, irritariam até a Madre Tereza de Calcutá!

Separei para vocês umas respostas ótimas, para esse tipo de coisa! Vamos rir um pouco!

- Aqui é o fim da fila? Não, não, é o começo, só que estamos todos de costas.

- Caiu? Não, gosto de cheirar cimento.

- Pintou o cabelo de vermelho? Não, menstruaram na minha cabeça.

- Na loja de vestido de noivas: Que lindo amiga, vai casar? Não, não, só estou procurando uma fantasia de vela!

E pra fechar, o invejoso chega e pergunta, com aquela cara de nojo:

- Hum, trocou de carro? Não, não, só pintei ele de outro modelo.

Tóin!

Beijos meus lindos! Perguntas indiscretas e idiotas, tolerância zero!



Um comentário:

  1. Mentes e bocas!

    "O problema das mentes fechadas é que geralmente elas vêm acompanhadas de uma boca aberta."

    Autor desconhecido.

    Te cuida mas não te comporta.
    Bj

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