Oi geeente!
Ao longo da minha vida, contei com a ajuda de muitos anjos,
para superar dificuldades. Anjos sem asas, que me deram a mão, que me abriram
uma porta, que me deram afeto, e atenção. Cada tombo foi uma aprendizagem, e
toda a vez que levantei, não levantei sozinha.
Não sou do tipo que se vira pra tudo, independente e decidida.
Sou muito melhor, quando sou dois. Em casa, no trabalho, em qualquer lugar,
sempre que é possível, divido experiências com anjos amigos, anjos família,
anjos colegas, e até mesmo, os anjos bichos, meus animais de estimação.
Falo sobre isso, porque num domingo desses, li uma coluna da
Martha Medeiros, sobre os anjos que nos guardam, aqui na Terra. Sempre aparece
alguém, mesmo que um estranho, para resolver uma situação, acender uma luz, dar
uma oportunidade. Já repararam?
Há anjos de tamanha grandeza, que literalmente, só lhe faltam
as asas. Quantas vezes, emocionados, assistimos heróis de verdade, salvando
vítimas de catástrofes, retirando pessoas de escombros, enfrentando fogo,
bandidos, enfrentado todos os perigos, para salvar o próximo.
Não são parentes, não
são amigos. São pessoas. Expostas ao perigo, praticamente nuas em suas
fragilidades. Ameaçadas, machucadas, feridas, que precisam, dependem, de outros
para serem salvos, resgatados, para saírem vivos!
Lembram do caso do cão, que ficou ao lado do dono, preso a
escombros depois do Tsunami no Japão, por dias, e que alertou os bombeiros de
que ainda havia vida debaixo daquela montanha de pedras e argamassa? Da
dentista, queimada viva, porque só tinha 30 reais na conta bancária, mas que
atendia pessoas carentes, e aceitava como pagamento, o que o paciente podia
dar?
Há seres, humanos ou não, que nos surpreendem a cada momento.
Até mesmo a lambida do seu cão, quando você chega em casa após um dia terrível,
traz alento imediato. Há anjos em toda a parte.
Mas e nós?
Esse é o ponto que quero chegar. Não precisamos de grandes
feitos, para sermos anjos de alguém. E ainda assim, quantas vezes o somos?
Eu posso fazer uma lista gigantesca de anjos na minha vida.
Mas e eu, será que já
fui o anjo de alguém?
Beijos meus amores!
Obs:
Anjos não tem sexo, cor, raça, nem mesmo precisam ser humanos. A bondade existe
em todos os seres. Olhem a imagem, abaixo, e como eu, emocionem-se!
Quando
Lily era apenas um filhote, perdeu a visão devido uma rara doença. As
perspectivas de vida para Lily, após a remoção de seus olhos, não eram muito
boas. Felizmente, Lily conheceu
uma companheira, chamada Maddison que acabou se tornando seus olhos e ajudou em
seu desenvolvimento por toda a vida. Para onde Lily ia, Maddison acompanhava
guiando através de toques com a cabeça a direção que deveria andar. A imagem, símbolo da amizade e companheirismo, ficou conhecida
em 2011, tocando profundamente o sentimento de quem valoriza os anjos que tem
na vida!
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