Devaneios tolos... a me torturar.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Eu, avatar de mim



Oi geeente!


Toda a vez que minha filha Olívia começa a reclamar de fome, eu sento confortavelmente no sofá, ofereço meu peito, e enquanto a pequena se alimenta, pego meu smartphone e começo a navegar pelas redes sociais. Foi assim que cheguei a uma conclusão que me fez parar para pensar.
É senso comum que a internet conecta o mundo. Mas nos desconecta de quem realmente importa. É uma desconexão sutil, nem nos damos conta. Mas, cedo ou tarde, isso fará a grande diferença em nossas vidas.
Penso que caminhamos para um futuro, onde seremos “avatares” de nós mesmos. Estaremos lá, trancados no quarto, conectados a nossos aparelhos eletrônicos, super evoluídos, deitados, olhos esbugalhados voltados para o teto, extremamente sós. Porém estaremos virtualmente em diversos lugares ao mesmo tempo. Como se pudéssemos deixar a casca para trás, poderemos estar na festa virtual da nossa melhor amiga, na viagem de férias com a família, e na reunião de última hora da empresa.
Estaremos presentes em pensamento em muitos lugares ao mesmo tempo, sem estarmos realmente lá. Não sentiremos mais o cheiro do vento, o arrepio causado pelo toque da grama molhada no pé descalço, o laço de um abraço, a força de um olhar.
Isso parece ficção científica, mas se continuarmos assim, teremos milhões de amigos virtuais, e nenhum ombro amigo do nosso lado.
Seremos as pessoas mais populares e solitárias do planeta, com milhares de curtidas, compartilhamentos, bate-papo no chat, chamadas ao vivo pelo skype, e ninguém para nos esquentar na cama numa noite de inverno.
Já nos tornamos meio androides, não existimos sem nossos celulares inteligentes, sem wi-fi, sem a tecnologia.
Há crianças hoje em dia que nem aprenderam a falar, e já passam seus dedinhos rápidos pelas telas touch screen, já fazem selfies nos celulares dos pais e já tem seus tabletes com joguinhos coloridos e barulhentos. Nunca viram uma galinha e dificilmente saberão o que é brincar na chuva, andar de bicicleta, tomar banho de cascata.
De tão “conectados” no presente, deixamos de nos preocupar com esse futuro. Mas ele pode chegar mais rápido do que imaginamos.
Voltando à questão de amamentar minha filha, como contei no início do texto, no momento que ela mama, tenho hábito de entrar no Face, no Instagram, e me distrair. Mas de uns tempos pra cá, ela começa a chorar!
Sim! Resmunga, faz cara feia, larga o peito e abre o berro.
Quando amamentamos nosso bebê, um forte laço invisível conecta mãe e filho. É a linha do amor. Porque neste momento, eu preciso estar atenta a ela, e ela atenta a mim. Cria-se uma ponte quase palpável entre nós. É quando nos comunicamos, sem a necessidade de palavras.
 A Olívia, tão pequena, tão frágil, tão sábia, me fez compreender que toda a vez que eu estou com ela de corpo presente, mas com a mente dispersa, essa ponte se rompe, e nos distanciamos.
O choro dela me alertou para isso.
Foi ela, que me fez perceber algo tão óbvio para todos nós e, no entanto, tão difícil de enxergarmos:
 A internet está nos conectando com o mundo, e nos desconectando do nosso mundo.
Está rompendo pontes, desfazendo laços, criando buracos, dificultando abraços.
Enquanto é tempo, voltemos ao olho no olho, a conversa ao pé do ouvido, às mãos dadas, e a conexão com quem está ao nosso lado, e que realmente faz a diferença na nossa vida.
Voltemos ao tempo em que a amizade era tão real, que podíamos tocá-la e que os amores eram tão presentes, que dormiam ao nosso lado.
Um beijo, meus amores!

Em tempo: é o exagero que faz o remédio virar veneno.

sábado, 10 de maio de 2014

Palavras

                                                 Palavras bem ditas. Palavras benditas.


                                                  Palavras mal ditas. Palavras malditas.

E, para o bem ou para o mal, a boca da gente é uma arma.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Feliz Dia das Mães!

Oi geeente!




Quem foi mesmo que escreveu que, na vida, precisamos plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro?

Eu, que até o ano passado nem árvore tinha plantado, estou aqui às voltas com o livro.

O livro da maternidade.

É o primeiro Dia das Mães que passo segurando a mãozinha da minha bebê.

E só tenho a agradecer. Se escrevesse meu livro, contaria o quanto ser mãe mudou minha vida.

Desde o momento que descobri estar grávida, comecei a me transformar em uma pessoa melhor.

Nos primeiros meses de gravidez, terríveis enjoos faziam com que levantar da cama fosse um suplício. Passei três meses correndo entre a cama e o vaso sanitário, sem conseguir segurar nada no estômago. Depois, veio o peso, e com ele as dores na barriga, nas costas, dificuldade para dormir, cansaço e inchaço. Não fui uma grávida que conseguiu curtir cada momento da gestação com bem- estar. Mas em nenhum momento deixei de ser feliz e agradecer a vida que crescia em meu ventre. Me coloquei totalmente em segundo plano, e tudo o que importava era a saúde da Olívia. Depois de ser mãe, deixei de ser egoísta.

Então, ela nasceu. As noites em claro, a adaptação, a atenção voltada a ela 24 horas, fizeram com que eu percebesse que ser mãe não era brincadeira. Passei a ser responsável.

Eu, que não tinha medo da morte, rezo todas as noites para que minha filha tenha saúde, vida longa, felicidade. Percebi o quanto a vida é frágil. Aprendi a zelar por ela.

No meu pequeno universo, entre fraldas e mamadas, o mundo ficou completo com o nascimento não só de um bebê, mas de um lar. Aprendi a valorizar a família.

Já não me importa se fulana se separou do ciclano, se beltrana está de carro novo, se esse está bem de grana, se aquele vai viajar para a Europa. A vida dos outros não me diz respeito. Aprendi a cuidar da minha.

Depois que minha filha nasceu, descobri o que é o amor sem medida. Reforcei minha fé em Deus e olho com esperança para o futuro. Aprendi a confiar.

Aprendi que ser mãe é ser guerreira, leoa, gigante, e ao mesmo tempo ser frágil, ser pequena, ser vulnerável. Aprendi a pedir ajuda.

Ouço receitas, lições de moral, técnicas de educação e de como criar um filho. E percebo que cada mãe abnegada faz o que pode, diante das condições que tem. E que nenhuma é melhor que a outra, são todas iguais, dando o seu melhor. Aprendi que não sou perfeita.



Ser mãe, é uma missão, uma linda jornada de aprendizado. A Olívia me ensina, eu ensino a Olívia.



O mundo dá medo, mas lutar por ela me traz coragem. Eu fiz morada naqueles olhinhos brilhantes e curiosos, que ainda não conhecem o perigo e a maldade. Ela é a prova de que anjos existem.



Hoje, na vida, já plantei árvore, já tive filho, e se escrevesse um livro, nas primeiras páginas, diria:



Depois que a Olívia nasceu, eu não virei mãe, eu virei gente!



Feliz Dia das Mães para todas nós!



sexta-feira, 2 de maio de 2014

Crianças adulteradas



Acordei com o choro da minha filhinha de quatro meses, de madrugada. Ela acorda à noite esfomeada, pedindo através do lamento, meu peito, seu alimento. Suas fraldas estão molhadas, e depende de mim também, mantê-la limpinha e confortável. Aliás, ela depende não só do meu amor, mas principalmente da minha paciência e do meu cuidado, 24 horas por dia.

É totalmente vulnerável, frágil. Minha bebê depende de mim, neste comecinho de vida, para viver.

Mas minha responsabilidade de mãe, que já é enorme, vai muito além das necessidades vitais de outro ser humano. Eu preciso educar.

É minha responsabilidade ajudá-la a encontrar seu caminho. Que seja um caminho do bem, com felicidade, com respeito, com solidariedade, com justiça, com esperança, com dignidade.

Ser mãe para mim foi uma escolha. Uma escolha consciente, e ciente, de toda essa responsabilidade.

Sou mãe, antes de tudo, e diante de qualquer coisa. Nada, no mundo, é mais importante que o bem estar da minha pequena Olívia. Eu quero protegê-la, a todo custo, da maldade que há no mundo.

Sofro, e meu coração sangra pelos filhos sem mãe, sem pai.

Não me refiro àqueles que perderam seus genitores, e sim àqueles que têm como cuidadores, verdadeiros monstros, dentro de suas casas.

Os seus pais, seus heróis, que deveriam protegê-los dos fantasmas, do bicho papão, da bruxa malvada, são seus algozes. São seus vilões. São a inversão do amor.

Vocês acham que vou falar do pai do menino Bernardo, e também falo dele. Mas me aproximo mais da nossa realidade, e vou até o ProMorar, onde, nas últimas semanas, foram escritos capítulos tristes, de uma história batida, que para muitos, tornou-se banal: a prostituição.

Quando Guaporé ficou perplexa com a notícia da prisão de um senhor de 70 anos, que comprava sexo de uma menina de 13, muitos pensaram: “Essas gurias já são mais espertas que muitas mulheres. Fazem isso conscientes, e de inocentes não têm nada”.

Sim, vocês estão com a razão. De inocentes, elas não têm nada.

A inocência delas foi roubada há muito tempo. Quando bebês, foram criadas com desleixo, fraldas sujas, nariz escorrendo e fome. Fome de afeto.

O exemplo que têm em casa é o legado da pobreza, da ignorância, do vício, que passa de geração para geração nesse país. Mães promíscuas, pais violentos, irmãos marginalizados.

Abusadas, exploradas, adulteradas. Sim, já são mulheres, aos 14 anos.

Porque desde sempre foram acostumadas a pensar que é normal vender o corpo, ou a honra, por qualquer migalha, que muitas vezes compra a única passagem ao mundo dos sonhos: as drogas.

A menina, de 13 anos, que se deitava com o idoso por dinheiro, era forçada a isso pelos pais, desde os nove anos. Forçada a ganhar dinheiro para sustentar o vício do crack, de uso contínuo em sua casa, que nunca foi um lar.

Agora eu pergunto: uma criança de nove anos já sabe o que faz? Claro que não.

Essa jovem foi corrompida desde cedo, pelo mau exemplo, pela falta de proteção, pela falta de amor (amor próprio, e amor do próximo). Quem a ajudou a construir seu caminho, seu futuro?

Aliás, há futuro para o país da prostituição?

Enquanto houver um cliente que pague, haverá uma mãe vendendo a filha como chuchu em feira.

Infelizmente.

Beijo, meus amores.


sábado, 26 de abril de 2014

Qual seu pior ângulo?

Oi geeente!


Outro dia fiquei reparando em um grupo de jovens mulheres, que na mesa ao lado, de posse de seus smartphones, verificavam a atualização de suas redes sociais. Não sou curiosa (mentira!!!), mas não tinha como não ouvir o que elas falavam.

Uma delas ampliou na tela uma foto de uma mulher muito bonita aqui da cidade (pelo menos eu acho!), em um ângulo que não a favorecia.

Parecendo comemorar uma final de Copa do Mundo, as amigas afirmavam:

- Eu sempre achei ela feia!

- Olha, nem as plásticas salvam!

- Só é bonita com photoshop!

- Está velha, já era!

E por aí foi...

A pobre criatura, alvo dos comentários, deveria estar com os ouvidos chiando e com as orelhas vermelhas, diante de uma verdadeira “malhação de Judas”, que se dava entre as minhas vizinhas de mesa.

Fiquei pensando em quantas vezes todos nós, em casa, somos vítimas dos comentários nas mesas de restaurantes, bares, nos passeios entre amigos. E em quantas já foram as vítimas de nossas próprias línguas.

Fofocar, comparar, comentar é natural do ser humano, e em maior ou menor grau, todos nós falamos dos outros. Às vezes nem nos damos conta.

Mas não foi isso que me fez refletir. O que me despertou interesse foi a satisfação das moças em exaltar os defeitos da outra, sem reconhecer sequer uma qualidade.

Todos temos nosso melhor e nosso pior ângulo. E não falo apenas das fotos.

Assim como nas imagens que podemos ver nas redes sociais, em que estamos maravilhosos, também temos comportamentos que demonstram o nosso melhor. E vice-versa.

Sinceramente, observando os comentários, não achei a mulher da foto mais bela, ou mais feia, por causa de um ângulo infeliz. Mas achei as “juradas” do concurso de beleza, que apontavam SÓ os defeitos da outra, mulheres extremamente amargas, e com o ‘recalcômetro’ batendo no vermelho.

Há pessoas (aliás, há muitas pessoas) que só conseguem ver o que há de feio, de errado, de defeituoso nos outros. Têm extrema dificuldade em enxergar o lado belo, positivo, e de suas bocas, quase nunca (ou nunca) saem elogios a terceiros.

É o tipo de gente que tem uma solução mágica para todos os problemas da humanidade, menos para os seus.

É aquela pessoa, que para parecer sábia, chama o colega de burro. Para parecer forte, desdenha do medo do amigo. Para parecer bela, ri da feiura da rival.

Como resumo dessa ópera: pedi meu suco, e senti pena de ver mulheres jovens e belas, com atitudes tão mesquinhas.

No final das contas, as feias eram elas. E não há photoshop para a feiura da alma.

Beijo, meus amores!



PS: Procure ver o lado belo de todas as coisas. Essa é a melhor receita de beleza pessoal que há!

É difícil... reconhecer beleza (ou qualidades) na concorrência! Guaporé é uma cidade com mulheres muito bonitas, estilosas, competentes, empreendedoras e acima de tudo competitivas. Mas as mulheres que se garantem, sabem reconhecer também as qualidades das rivais! Isso se chama segurança, autoestima e inteligência.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Você causa inveja, ou pena?


Oi geeente!

“Beijinho no ombro pro recalque passar longe. Beijinho no ombro para as invejosas de plantão”.

Eis que mais uma mulher-bunda, dessa vez a Valeska Popozuda, ganha fama internacional, com essa rebuscada letra, que caiu no gosto popular.

Outro dia, fazendo minha filha dormir, me peguei cantando com voz infantil esse tema tão curioso: a inveja dos outros sobre nossa pessoa.

Será que somos tão maravilhosas? Será que somos tão lindas, tão descoladas, tão bem vestidas, tão desejadas, tão, tão, tão, para despertarmos TANTA inveja assim?

Ah vá, com algumas raras exceções, as pessoas sequer lembram de nossa existência. Não nos perseguem, não nos copiam, não nos invejam tanto quanto imaginamos. Nossas ‘inimigas’ sequer existem além da nossa imaginação.

O que mais vemos são menininhas com muita maquiagem, pouca roupa, e pouca intelectualidade, beijando no ombro como se a Valeska Popozuda representasse uma grande maioria perseguida por outras mulheres recalcadas e invejosas.

Essas criaturas que entram em uma festa e acham que estão causando com seus saltos de 20 centímetros, com seus tops usados como vestidos e com suas danças vulgares que parecem um ataque epilético, realmente causam. Causam vergonha.

Não somos o centro do mundo. Enquanto estamos perdendo nosso tempo postando ‘indiretas’ no face, as pessoas realmente felizes, e com a cabeça ocupada com algo útil para fazer, estão tocando suas vidas, sem interesse algum pela vida dos outros.

Precisamos parar de achar que com nossa ‘beleza’, ‘estilo’ e ‘talento’, somos o sol, e que os outros apenas orbitam ao nosso redor, sem ter nossa luz!

Tudo certo, se a autoestima dessas meninas se elevar, e isso as estimular a fazer algo a mais na vida, além de se preocuparem com as invejosas de plantão.

Mas de maneira geral, isso não acontece.

O que mais vemos por aí são mulheres já criadas, maduras e infelizes que culpam sempre terceiros por seus fracassos.

‘Falam mal de mim por inveja’.

‘Não tenho amigas porque as mulheres são recalcadas e não suportam meu brilho’.

‘Odeio essa cidade, todos cuidam da minha vida’.

‘Ela não sossegou até conseguir roubar meu namorado. Na verdade, ela quer ter o que eu tenho’.

Queridos e queridas, é claro que isso existe de verdade. Mas em menor proporção do que imaginamos.

Pessoas que se sentem perseguidas, invejadas, caluniadas, copiadas, 24 horas por dia, ou são a Angelina Jolie e são casadas com o Brad Pitt, ou não conseguem perceber que o mundo é bem maior que seus umbigos.

Se as pessoas falam muito, é porque algum motivo nós damos para isso. Se as pessoas se afastam totalmente, é porque nossa companhia se tornou um fardo pesado demais. Se não nos sentimos bem em nenhum lugar, é porque não estamos bem dentro de nós mesmos.

Não adianta chamar o Bonde das Poderosas. Não adianta colocar a culpa no outro.

Precisamos perceber que não somos o gás da Coca Cola. Isso nos faz crescer e nos poupa de situações ridículas.

Precisamos de humildade para reconhecer os casos onde a inveja só existe dentro da nossa cabeça.

Para todos os outros casos, aí sim:

Beijinho no ombro!

 

quarta-feira, 9 de abril de 2014

O Deus que há em você




Oi geeeente!

Uma conhecida minha disse que não acredita em Deus.
Não acredita em Deus, mas recolhe animais das ruas. Dá carinho, atenção, amor, comida, abrigo.
Não acredita em Deus, mas pratica o bem.
Eu disse a ela, que ela até pode discordar da ideia cristã de Deus no céu, mas não pode negar o Deus que existe dentro dela.
Deus é energia. Energia boa que move o mundo. Que nos salva do caos completo.
Como não crer no sagrado, ao olhar nossos filhos nos olhos?
Como discordar quando observamos a perfeição de um pôr do sol, de um arco-íris, de uma estrela cadente?
Como não ver Deus no amor que une os casais?
Como duvidar, diante das maravilhas do Universo?
Eu respeito todos os deuses. Quem crê no sol, na mãe natureza, em Alá, Jeová, Oxalá. Mas não respeito o fanatismo.
Os fanáticos matam em nome de Deus, e também em Seu nome, promovem guerras.
Também não simpatizo com aqueles que negam tudo de forma irredutível, e que, são fanáticos ao contrário.
Geram discórdia por não respeitarem o direito de crença de cada um.
Aliás, Deus é respeito. Deus é compaixão. Deus é solidariedade.
Deus é a energia gerada por todas as pessoas que promovem bondade. Deus é liberdade, livre arbítrio, estar entre as trevas, e escolher a luz.
Somos, cada um de nós, deuses. Geramos a vida em nosso ventre, e temos o poder de tornar o mundo melhor.
Deus está na fé daquele que crê sem ver. Naquele cuja confiança no impossível, torna o sonho possível.
Deus está no mistério daquilo que não vemos, mas sentimos.
Naquilo que não podemos provar,mas que nosso coração jura que existe.
Deus pode não ser o estereotipo explicado pelas religiões, mas que há algo de divino no mundo, isso ninguém pode negar.
Deus está na esperança que nos faz seguir em frente diante de tantos obstáculos da vida.
Deus está na lágrima de adeus e no desejo íntimo do reencontro, mesmo que seja em outra vida.
Deus está na fé, que torna o pequeno gigante. Deus está nos olhos de quem vê em cada amanhecer, um novo milagre.
Deus está em toda a beleza. Na superação. No perdão. Na redenção.
No abraço. No beijo. Na amizade.
Essa força invisível, que podemos denominar Deus, se mostra em tudo que há de divino no mundo.
Portanto, você pode não acreditar em Deus.
Mas jamais duvide d’Ele.
Beijo, meus amores.