Devaneios tolos... a me torturar.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O meu grande dia

Oi geeeente!

Vocês já ouviram a expressão: “Tem dias que valem uma vida”?
Pois é. O sol pode estar brilhando no céu, ou pode estar chovendo. O locutor já deu o bom dia, o carteiro saiu com as correspondências. Todos estão assoberbados com suas tarefas cotidianas. Mas um vento diferente sopra para você. É o grande dia da sua vida. O momento pelo qual valeu toda a sua existência.
Todos têm direito a pelo menos um grande dia durante uma vida. Mas é preciso ter sensibilidade para percebê-lo. Pode ser um casamento, pode ser uma noite de amor, uma formatura, um salto de pára-quedas rumo ao infinito. Um momento glorioso, de tirar o fôlego, arrancar suspiros, e lágrimas, muitas lágrimas de felicidade.
O meu dia, o dia da minha vida, foi 18 de dezembro de 2013. Aliás, esse sempre será o Feliz Ano Velho da minha história. Nada irá se comparar a ele, no ano que vai nascer.
O MEU DIA, foi o do nascimento da minha filha. O raro e sublime momento em que conseguimos definir a palavra: perfeição.
Nada poderia ter sido mais perfeito que nosso primeiro encontro. Nenhum som foi mais melódico que o choro da vida, quando a Dra. Magáli, recebeu a Maria Olívia, do meu útero para o mundo.
Nada se compara em se tratando de amor.
O grande dia da nossa vida não pode ser definido, nem dividido com os outros. Não existem palavras para que possamos explicá-lo. São pedaços de tempo que se eternizam no coração e na memória, e que voltam a ser revividos com a mesma intensidade, quando recordamos cada precioso segundo que vivemos.
O dia 18 de dezembro marcou o nascimento de um bebê, de uma mamãe, de um papai, e de uma força invisível que movimenta a roda viva do mundo. É esse incrível sentimento que não permite que a humanidade mergulhe no caos.
É o amor, o cuidado, a corrente de afeto e de força que une uma família, que ainda permite que a luz seja mais forte que as trevas. Que a esperança seja mais forte que o medo.
Depois de você, minha pequena Olívia, da dúvida veio a certeza, da insegurança veio o instinto e do instinto nasceu uma mãe. Entramos na maternidade um casal, saímos uma família. Entramos na maternidade confiando em Deus, e rezando pelo milagre da vida. Saímos convictos de que cada um de nós é Deus, e é capaz de realizar milagres.
A Maria Olívia é meu texto mais perfeito, e por incrível que pareça, é um texto que dispensa palavras!
Se pudesse dar um conselho a quem tem fé no futuro, convicta diria: milagres existem, dentro de cada um de nós.

Um comentário:

  1. Toda a felicidade do mundo pra mãe e filha. A foto ficou maravilhosa, parabéns Michele.

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