Devaneios tolos... a me torturar.

quarta-feira, 3 de junho de 2009


“Ainda sou a mesma...
A mesma que dançou na grama daquele entardecer de verão, coração aberto, pés no chão... A mesma que se deixou levar na noite mágica e inesquecível, jamais superada por nenhuma outra noite, com nenhuma outra companhia... na nossa primeira vez. A mesma que brindou um novo ano, antes da véspera do ano... na surpresa única de uma declaração de amor. mesma que sentiu o coração parar e a respiração falhar quando ouviu pela primeira vez as palavras mágicas. E que ainda morre, pra reviver, a cada vez que as ouve de novo. A mesma de todas as loucuras só possíveis pra quem vive uma paixão. A mesma que se perde no silêncio das palavras não ditas. No olhar de quem precisa partir, mas não quer dizer adeus. A mesma tão sua. De você tão meu. Tão infinitamente meu... Se ainda sou a mesma, e se você não mudou... O que foi, o que foi meu Deus, que nos aconteceu?”

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