
Havia uma pedra no caminho.
O distraído nela tropeçou...
O distraído nela tropeçou...
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já David matou Golias e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!
Não existe "pedra" no seu caminho que não possa ser aproveitada para o seu próprio crescimento.
Paralelepípedos. Sabe, aquelas pedras ernormes, que viabilizam as ruas por onde pisamos?? Tem algumas delas atravancando meu caminho. Acontece...
ResponderExcluirE como Drummond foi imensamente feliz ao simbolizar dificuldades com pedras pelo caminho, o seu conterrâneo (maravilhoso) Mário Quintana foi muito além, abre aspas:
"Aqueles que estão atravancando meu caminho, passarão; eu, passarinho".
Genial é pouco.
Adoro meu querido Mário Quintana...
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